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Edição 9966 de 08/02/2019

Destaque

01 - Show Rural: Venda de máquinas agrícolas impulsiona os negócios


A venda de máquinas agrícolas está impulsionando o fechamento de negócios durante o Show Rural de Cascavel, no oeste do Paraná. Em três dias, foram comercializados mais de R$ 1 bilhão em produtos, número que os organizadores esperam que dobre até sexta-feira (8).

Parte dos bons resultados é estimulado pelo otimismo do mercado de maquinários. Segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores, o comércio de máquinas agrícolas cresceu cerca de 65% em relação a janeiro de 2018.

No Show Rural, além de as novidades estarem reunidas em um mesmo espaço com mais de 500 expositores, a proximidade entre fabricantes e financiadores facilita os negócios.

Nesta edição, os bancos e cooperativas de crédito estão disponibilizando R$ 3 bilhões para negócios fechados na feira. E, a estimativa da organização é que sejam comercializados em cinco dias cerca de R$ 2,5 bilhões.

“Se o produtor chegar às 8h e até as 10h adquirir uma máquina, leva a proposta no banco , o banco faz a análise e às 4h da tarde ele assina a compra da máquina e do financiamento e já sai com tudo liberado do mesmo dia”, comentou o presidente da Coopavel, responsável pelo evento, Dilvo Grolli.

Tecnologia

As máquinas chamam a atenção pela tecnologia e pelo tamanho. Uma delas é uma colheitadeira de mais de oito metros de comprimento, quatro metros de altura e três metros de largura – só a cabine -, que custa R$ 3 milhões, sonho de consumo de muitos agricultores.

“O que nós temos vistos nos últimos quatro anos é que a chamada digitalização da agricultura , a agricultura 4.0, trouxe muita tecnologia que as máquinas antigas não têm. E esta tecnologia dá muito ganho de produtividade para o produtor, estimulando a troca do maquinário”, comentou o presidente setorial da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Pedro Estêvão Bastos.

Fonte: G1

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02 - Abertura!


João Carlos Marchesan

A necessidade de novidades, por parte de nossa sociedade, não se restringe ao campo da moda ou do consumo, mas alcança até áreas insuspeitas, como a economia. Nos últimos anos, por exemplo, a solução para o crescimento econômico passou por várias ideias que foram consumidas rapidamente e substituídas sempre pela novidade mais recente.

A moda atual, neste campo, não é propriamente nova, e elege a abertura comercial, de preferência ampla e unilateral, como o remédio infalível para aumentar a produtividade e a competitividade dos produtos brasileiros tanto de bens quanto de serviços, via maior concorrência com os produtores externos, o que traria como consequência a retomada do crescimento.

A ferramenta para tanto é uma forte redução das atuais alíquotas do imposto de importação, eventualmente até zerá-las. Ora, se isto resolve nossos problemas, porquê temos e mantemos o imposto de importação? Antes que alguém pense que se trata de mais uma jabuticaba, é bom esclarecer que todos os países do mundo taxam, em maior ou menor grau, os produtos e serviços que eles importam.

É bom deixar claro que as tarifas alfandegárias não foram criadas para os governos arrecadarem mais, ainda que, eventualmente, seu efeito não seja desprezível. A razão para sua existência é a de cumprir outra função, ou seja, equalizar a diferença de custos de produção internos e externos ou em casos mais específicos proteger a indústria local da concorrência externa.

No caso brasileiro houve alguns períodos nos quais as tarifas alfandegárias foram utilizadas para proteger setores nascentes como no caso da indústria da informática ou, mais antigamente, os governos usaram e abusaram deste recurso para restringir importações, em função das históricas dificuldades do país em conseguir dólares suficientes para pagar nossas importações. 

Nas últimas décadas, entretanto, o imposto de importação, em maior ou menor grau, tem cumprido seu papel de compensar as eventuais diferenças de custos internos face aos externos, quando devidas a fatores sistêmicos e não especificamente às deficiências da indústria brasileira. Assim, antes de afirmar que nossas tarifas são altas, é necessário verificar se elas cumprem o papel para o qual foram criadas, ou seja, se elas compensam o custo Brasil.

Os custos adicionais, em relação aos principais concorrentes externos, que o Brasil impõe a quem aqui produz, ou seja, o custo Brasil é atualmente da ordem de trinta pontos percentuais o que significa que a tarifa média brasileira deveria ser de 21% apenas para compensar o fato de que produzir aqui é mais caro do que lá fora. A consequência é que a produção brasileira, com uma tarifa nominal média ao redor de 14%, não está sendo protegida.

Nossas tarifas alfandegárias tem muitos defeitos começando com o fato das alíquotas de matérias primas serem, às vezes, assemelhadas às de produtos finais mas, as acusações de que são muito altas levam em conta apenas o valor nominal do imposto, quando, na realidade, face ao elevado custo Brasil, são um verdadeiro subsídio às importações, fato comprovado pelos enormes deficits na balança comercial dos manufaturados, em períodos de crescimento do país.

Assim, por uma questão de bom senso, a prioridade a ser enfrentada pelo governo, dentro de uma agenda de competitividade, é a redução sistemática do custo Brasil promovendo uma reforma tributária que simplifique o sistema e redistribua impostos entre os diversos setores e uma redução dos juros reais de mercado ao nível de nossos concorrentes, apenas para ficar com os dois principais fatores. Depois disto poderemos voltar a falar de abertura, sempre negociada.

Nota do Editor: João Marchesan é empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

Fonte: Jornal Diário do Comércio, Ubaweb

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03 - Agrishow 2019 - Feira já movimenta o setor do agronegócio


As expectativas são positivas para a 26ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação (Agrishow 2019). O evento, considerado o maior do setor da América Latina, movimenta o agronegócio brasileiro e será realizado entre 29 de abril e 3 de maio deste ano, no Polo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro-Leste, em Ribeirão Preto, com a participação de mais de 800 marcas expositoras nacionais e internacionais e cerca de 150 mil visitantes qualificados do Brasil e do exterior, em 440 mil metros quadrados de área.

"É importante que todos, expositores e visitantes, programem suas visitas para a Agrishow, uma vez que é lá que acontecem os grandes lançamentos mundiais de máquinas, equipamentos e insumos", afirma Francisco Matturro, presidente da Agrishow 2019. "De maneira geral, o ano está muito positivo. Os preços estão bons, as commodities estão com boas demandas, os agricultores estão produzindo muito bem no país como um todo, com algumas exceções regionais", diz.

"A leitura que temos de fazer em relação às expectativas para a Agrishow deve se basear em outros sinais. E, do ponto de vista institucional e político, os sinais são altamente positivos, não só para o agro, mas para a economia como um todo", complementa. Em 2018, a feira terminou com recorde de faturamento, mas com o mesmo número de visitantes do ano anterior. O balanço oficial indica que o evento movimentou R$ 2,7 bilhões em cinco dias, R$ 400 milhões acima da previsão dos organizadores, de R$ 2,3 bilhões, e R$ 500 milhões a mais que o montante de 2017, de R$ 2,2 bilhões, alta de 23%. Na 24ª edição, o público aumentou 4,6%, de 152 mil pessoas em 2016 para 159 mil no período seguinte, sete mil a mais.

Por ser a feira que movimenta o agronegócio no Brasil, a Agrishow 2019 confirma duas atrações que são consideradas pelo público visitante como diferenciais do evento: a Arena do Conhecimento e a Arena de Demonstrações de Campo. Palco de apresentações de novas tecnologias, conhecimento e tendências, a Arena de Conhecimento terá eventos de conteúdo que irão levar informação relevante para o dia a dia e para os negócios dos profissionais do campo. Já a Arena de Demonstrações de Campo oferecerá aos visitantes a oportunidade de ver áreas de plantio e tratos culturais de hortifrútis pela Coopercitrus, bem como outras demonstrações de tecnologia. A cooperativa convida, todo ano, dez mil associados para participar do evento.

O primeiro lote de ingressos já está à venda e foi criado devido ao sucesso da última edição, por isso traz uma série de benefícios como comodidade, segurança, acesso mais rápido ao recinto da feira. Além disso, o valor do tíquete permanece em R$ 40 para quem optar pela compra online, mesmo preço cobrado na 25ª edição. A forma de pagamento também é diferenciada, podendo ser feita via boleto bancário ou via cartão de crédito - na bilheteria local são aceitos apenas dinheiro e cartão de débito. As vendas deste pacote estão previstas para terminar em 28 de fevereiro. Depois desta data, o preço sobe e ficará mais próximo ao cobrado na bilheteria, que será de R$ 55.

O evento é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e Sociedade Rural Brasileira (SRB). É organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto. Para adquirir o ingresso, acesse o link www.Agrishow.com.br e siga as informações e instruções para a compra online. A Agrishow acontece em Ribeirão Preto desde 1994 e até o ano passado era a terceira maior da América Latina, mas os organizadores dizem que agora já é considerada é a maior do mundo.

Fonte: Tribuna Ribeirão

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04 - NR12-Comandos Elétricos de Segurança aplicados a Máquinas e Equipamentos é tema de curso


A ABIMAQ realizará o curso de ‘NR12-Comandos Elétricos de Segurança aplicados a Máquinas e Equipamentos’, no qual o participante obterá muitos conhecimentos de como a projetar, instalar, aplicar e categorizar comandos elétricos conforme Norma Regulamentadora NR 12-Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos, e NR 10. O conteúdo se destina a engenheiros/técnicos e projetistas da área elétrica. O evento será realizado no dia 13 de fevereiro.

Os ministrantes são Sidney Peinado e Fabio Aguiar, ambos engenheiros com décadas de experiência em automação.  O primeiro é diretor técnico e o segundo gerente técnico da Fast Solution Automação e Segurança Ltda – Soluções Integradas. Ambos têm profundo conhecimento em auditoria e docência, e também na produção de material técnico para organizações especializadas.
 Conteúdo programático:
– Princípios Gerais NR-12 (atualizado);
– Estado da técnica x Conceito de falha segura;
– NR-12 – Exclusões;

– Hierarquia das leis Constituição Federal, CLT, Portarias, Normas Regulamentadoras, Notas técnicas, Instruções Normativas;
– Hierarquia das normas técnicas, Níveis da Normalização, Elaboração de Normas técnicas,
– Conceituação de segurança;
– Categorização de segurança (APLICAÇÃO DE NORMAS TÉCNICAS VIGENTES);
– Introdução ao Performance Level (Pl) (ISO 13.849-1);
– Interligação de circuito de comando de segurança (típicos);
– Dispositivos de segurança e suas aplicações;
– Circuito hidráulico e pneumático de segurança;
– Proteção de zonas perigosas;
– Dispositivos de detecção de presença;
– Proteções mecânicas e seus requisitos;
– Escolha do tipo de proteção;
– Dispositivos de parada de emergência, categorização.
– Meios de acesso permanentes (princípios Gerais e Anexo III);
– Componentes pressurizados (NR 13);
– Transportadores de materiais;
– Aspectos ergonômicos (NR 17);
– Manutenção, inspeção, preparação, ajuste e reparos;
– Bloqueio e sinalização de fontes de energia (LOTOTO);
– Sinalização (normas). 

‘NR12-Comandos Elétricos de Segurança aplicados a Máquinas e Equipamentos’
Data: 13/02/2019
Horário: das 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ SP – Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Mais informações pelo site www.abimaq.org.br

Fonte: Revista Meio Filtrante, Revista Panorama, Jornal Dia Dia e SEGS

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Comércio Internacional

01 - Superávit comercial alemão cai a 227,8 bilhões de euros em 2018


A Alemanha acumulou superávit em sua balança comercial de 227,8 bilhões de euros em 2018, segundo dados publicados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. O resultado é menor que o saldo positivo de 2017, que foi de 247,9 bilhões de euros.

No ano passado, as exportações alemãs cresceram 3%, a 1,317 trilhão de euros, enquanto as importações subiram 5,7%, a 1,090 trilhão de euros, estabelecendo novos recordes, informou a Destatis.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - Itália deve apresentar acentuada desaceleração na atividade econômica


A atividade econômica da Itália deverá apresentar desaceleração acentuada nos próximos meses, segundo indicador antecedente citado em relatório divulgado hoje pelo Istat, como é conhecido o instituto de estatísticas do país.

Entre outubro e dezembro, o Produto Interno Bruto (PIB) da Itália se contraiu pelo segundo trimestre consecutivo, indicando que o país entrou em recessão técnica. Ontem, a União Europeia cortou suas projeções de crescimento do PIB italiano para 2019, de 1,2% a 0,2%, e para 2020, de 1,3% a 0,8%.No documento, a Istat avalia que o setor industrial italiano apresentou ampla perda no ritmo de atividade, o que coincidiu com o arrefecimento da economia global.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Economistas dizem que nova paralisação do governo prejudicaria PIB dos EUA


Economistas avaliam que uma nova paralisação parcial (shutdown) do governo representaria um revés para o crescimento dos Estados Unidos, bem como para o sentimento das empresas e dos consumidores, conforme se aproxima o prazo para se buscar um acordo para financiar o muro na fronteira com o México desejado pelo presidente Donald Trump.

Para 58,9% dos economistas do setor privado ouvidos nos últimos dias pelo Wall Street Journal, um novo shutdown iria ter "algum" impacto no crescimento, enquanto 16,1% projetam impacto significativo.

Analistas destacam que o problema prejudicaria a confiança das empresas e dos consumidores bem mais que no mais recente episódio do tipo. Para 25% dos analistas consultados, o impacto seria pequeno. O Congresso e a Casa Branca tem até 15 de fevereiro para chegar a um acordo sobre os gastos, inclusive a questão do muro. Trump ameaça paralisar novamente o governo ou decretar emergência nacional para garantir a barreira fronteiriça. Economistas acreditam que a probabilidade de uma recessão no próximo ano era de 25%. Em outra questão, 45,7% dos analistas disseram que a próxima recessão pode ter seu início em 2020, enquanto 39,1% acreditam que ela poderia começar em 2021.

Fonte: O Estado de São Paulo

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04 - Não haverá negociações entre Trump e China antes de prazo para acordo de comércio


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na quinta-feira que não planeja se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, antes do prazo de 1 de março determinado pelos dois países para alcançarem um acordo comercial.

Questionado durante um evento no Salão Oval se haveria uma reunião antes do prazo, Trump disse: "não".

Quando questionado se haverá uma reunião no próximo mês, Trump disse: "Ainda não. Talvez. Provavelmente em breve. Provavelmente em breve."

As declarações confirmaram afirmações de autoridades do governo que disseram que os dois não devem se encontrar antes do prazo, afetando as expectativas de um rápido acordo comercial e provocando recuo nos mercados acionários dos EUA.

No final do ano passado, durante jantar entre Trump e Xi na Argentina, os dois concordaram em dar uma pausa de 90 dias na guerra comercial para que suas equipes tivessem tempo para negociar um acordo.

Se as negociações não tiverem sucesso, Trump ameaçou elevar as tarifas dos EUA sobre as importações chinesas. Outra rodada de negociações está marcada para a próxima semana em Pequim.

Fonte: Extra

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Conjuntura

01 - IPCA acelera alta a 0,32% em janeiro sob pressão de alimentos


A inflação oficial brasileira acelerou a alta em janeiro devido à pressão dos preços de alimentos, mas ainda permaneceu abaixo do centro da meta do governo em 12 meses, favorecendo a perspectiva de estabilidade dos juros.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou em janeiro alta de 0,32 por cento, depois de subir 0,15 por cento no mês anterior. Os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostraram que o resultado é o mais forte em três meses.

Em 12 meses, o IPCA passou a subir assim 3,78 por cento, após ter encerrado 2018 com alta de 3,75 por cento, resultado que ficou abaixo do centro da meta do governo, então de 4,5 por cento. Para 2019 a meta oficial de inflação do governo é de 4,25 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos. Em janeiro a maior pressão veio do grupo Alimentação e bebidas, que equivale a cerca de um quarto das despesas das famílias e cujos preços passaram a subir 0,90 por cento depois de alta de 0,44 por cento em dezembro. A alimentação no domicílio avançou 0,97 por cento no mês, resultado principalmente das altas nos preços do feijão-carioca (19,76 por cento), cebola (10,21 por cento), frutas (5,45 por cento) e carnes (0,78 por cento).

"No caso das frutas, é um aumento de demanda comum nos meses mais quentes do ano", explicou o analista do IBGE Pedro Costa. As Despesas Pessoais, por sua vez, aceleraram a alta a 0,61 por cento no primeiro mês do ano, de 0,29 por cento em dezembro. Juntos, alimento e despesas pessoais responderam por cerca de 90 por cento do IPCA do mês. Somente os preços de Vestuário apresentaram deflação em janeiro, de 1,15 por cento, contra alta de 1,14 por cento no mês anterior. "Se pegarmos os últimos anos, vemos que em dezembro há uma alta nos preços desse grupo, por causa das vendas no Natal, e liquidações em janeiro”, completou Costa.

Mesmo com a pressão maior no início do ano, as perspectivas para a inflação permanecem confortáveis, com as projeções ancoradas e com um ritmo ainda moderado de crescimento econômico e da recuperação do mercado de trabalho no Brasil. Na quarta-feira, o BC manteve a taxa de juros no seu piso histórico, de 6,5 por cento, e indicou que o quadro para a inflação ficou mais benigno, mas reforçou que vê assimetria no seu balanço de riscos.

Mantendo o tom de cautela, evitou abrir a porta para eventual diminuição da Selic, reforçando a perspectiva de estabilidade dos juros. A pesquisa Focus realizada semanalmente pelo BC mostra que os economistas consultados veem manutenção da Selic este ano na mínima de 6,5 por cento. Para o IPCA, a projeção é de uma alta acumulada de 3,94 por cento neste ano.

Fonte: Reuters

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02 - INCC/Sinapi sobe 0,42% em janeiro ante 0,22% em dezembro, afirma IBGE


O Índice Nacional da Construção Civil (INCC/Sinapi), divulgado na manhã desta sexta-feira, 8, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu 0,42% em janeiro, após uma elevação de 0,22% em dezembro. No ano de 2019, o índice acumulado ficou em 0,42%. A taxa acumulada em 12 meses foi de 4,56%.

De acordo com o IBGE, o custo nacional da construção alcançou R$ 1.118,60 por metro quadrado em janeiro, acima dos R$ 1.113,88 por metro quadrado registrados em dezembro. A parcela dos materiais teve aumento de 0,19%, enquanto o custo da mão de obra subiu 0,68%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Inadimplência do consumidor sobe 2% em janeiro ante dezembro, aponta Boa Vista


O índice de inadimplência do consumidor no País apurado pela Boa Vista mostra crescimento de 2% em janeiro em relação a dezembro. Entretanto, no acumulado de 12 meses, o indicador caiu 1,1% e cedeu 6,5% em relação a janeiro de 2018.

Conforme a Boa Vista, as adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos geraram grande cautela nas famílias, inibindo o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a queda do fluxo de inadimplência. Passado o período mais intenso da crise econômica, observa a nota, o indicador demonstra sinais de que caminha para estabilização, após três anos consecutivos de retração. Ainda assim, a entidade pondera que a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência está condicionada por uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho, redução dos juros e evolução da renda.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - SP cria 5,1 mil novas vagas em 2018


A criação de vagas de emprego no varejo de supermercados em São Paulo ficou aquém do esperado em 2018, fechando o período com 5,1 mil novos postos de trabalho. De acordo com a Associação Paulista de Supermercados (Apas), as vendas do setor no ano passado cresceram 2,32%. Para o presidente da Apas, Ronaldo dos Santos, os empresários do varejo tinham uma expectativa mais otimista para as vendas em 2018 do que o de fato concretizado. Com o cenário de incertezas em meio às eleições e aos impactos da greve dos caminhoneiros, os planos de abertura de lojas que estavam em andamento no ano passado foram contidos.

“A abertura de novas lojas depende de um planejamento e de confiança na economia. Quando as coisas não acontecem como planejado, o empresário adia um pouco a expansão”, comentou Santos.

A Apas ainda não tem um levantamento de quantas lojas foram abertas em 2018, mas acredita que a adição de pontos de venda não deve superar muito o que foi realizado em 2017. Naquele período, o varejo de supermercados em São Paulo adicionou apenas 38 pontos de venda novos, considerando as aberturas líquidas de fechamentos.

Os supermercados do Estado registraram avanço de 2,32% nas vendas em 2018 no critério mesmas lojas, que mede o desempenho em unidades abertas há mais de um ano. O indicador ficou abaixo do projetado pela Apas, que no início do período previa alta de 2,5% a 3%. Ainda assim, o resultado foi o melhor dos últimos cinco anos, relatou a entidade nesta quinta-feira (07). 

Perspectivas 

Para 2019, a Apas prevê crescimento de 2,7% a 3,1% no faturamento e um cenário mais favorável para contratações. Estima também que serão 9 mil novas vagas criadas. O ritmo ainda é inferior ao pico pré-crise, quando quase 19 mil postos foram abertos.

A Apas identifica ainda uma melhora na confiança dos empresários O indicador da entidade aponta que o otimismo com o futuro é expresso por 52% dos empresários, melhor nível desde 2015.Na avaliação do presidente da entidade, essa confiança representa uma expectativa positiva com relação ao andamento de reformas como a da Previdência. Ele considera que essa aprovação seria fundamental para continuidade dos níveis de confiança e retomada do fôlego para investimentos.

Fonte: DCI

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02 - Indústria sobe em 11 de 15 locais pesquisados em 2018, diz IBGE


A indústria teve expansão em 11 dos 15 locais pesquisados no acumulado de 2018 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os avanços mais significativos foram nos seguintes estados:

Pará (9,6%)
Rio Grande do Sul (5,5%)
Amazonas (5,2%)
Pernambuco (4,1%)
Santa Catarina (4,0%)
Paraná (1,8%) e Rio de Janeiro (1,8%) também registraram crescimento acima da média da indústria no ano (1,1%).

Outros locais com resultados positivos foram São Paulo (0,8%), Bahia (0,8%), Ceará (0,4%) e Região Nordeste (0,2%). O maior dinamismo da indústria, segundo o IBGE, foi devido à expansão nos seguintes setores:

Bens de capital (voltados para o setor de transportes, para construção, agrícolas e de uso misto);
Bens intermediários (minérios de ferro, celulose, óleo diesel, naftas para petroquímica, siderurgia, derivados da extração da soja, preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais, pneus para caminhões e ônibus, peças e acessórios para indústria automobilística, embalagens e produtos de borracha e de material plástico);
Bens de consumo duráveis (automóveis e eletrodomésticos da “linha marrom”);
Bens de consumo semi e não-duráveis (carnes de bovinos congeladas, frescas ou refrigeradas, produtos têxteis, álcool etílico, medicamentos e produtos de perfumaria, sabões, limpeza e de higiene pessoal).

A produção industrial brasileira registrou alta de 0,2% em dezembro na comparação com novembro. No ano, a indústria acumulou no ano um crescimento de 1,1%, o que representa uma desaceleração significativa frente a 2017 (2,5%), quando interrompeu 3 anos seguidos de taxas negativas. 

Os recuos foram nos seguintes estados:
Goiás (-4,5%)
Minas Gerais (-1,0%)
Espírito Santo (-0,9%)
Mato Grosso (-0,1%).
Goiás foi pressionado, principalmente, pelo comportamento negativo das atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (álcool etílico), de produtos alimentícios (açúcar cristal e VHP) e de veículos automotores, reboques e carrocerias (automóveis).

De novembro para dezembro de 2018, 7 dos 15 locais tiveram taxas positivas, na série com ajuste sazonal.

Os maiores aumentos foram em:

Goiás (10,5%)
Rio de Janeiro (4,3%)
Amazonas (4,0%)
Mato Grosso (1,9%), São Paulo (1,4%), Minas Gerais (0,7%) e Paraná (0,2%) também tiveram resultados positivos.
Por outro lado, as quedas mais intensas foram em:
Pernambuco (-5,1%)
Região Nordeste (-4,9%)
Rio Grande do Sul (-3,6%).

Santa Catarina (-2,7%), Espírito Santo (-1,7%), Pará (-1,5%), Ceará (-1,4%) e Bahia (-1,2%) também apresentaram índices negativos.

Na comparação com igual mês de 2017, a indústria teve redução de 3,6% em dezembro de 2018, com 9 dos 15 locais pesquisados apontando taxas negativas.

Pernambuco (-7,6%), Região Nordeste (-6,0%), São Paulo (-5,2%) e Amazonas (-5,0%) apresentaram as quedas mais intensas.

Fonte: G1

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Setor

01 - Gasolina volta a custar mais de R$ 4 com fim das férias escolares


O preço do litro da gasolina voltou a subir no Distrito Federal, segundo mostra levantamento feito pelo Correio em 30 postos de revendas. O valor mais em conta encontrado pela reportagem foi de R$ 3,85 e o mais alto, de R$ 4,67. Em alguns estabelecimentos, onde o litro do combustível estava sendo vendido abaixo de R$ 4, o preço já chega a R$ 4,18.

Segundo o gerente de um dos postos, o aumento acompanha as variações dos preços cobrados pelas distribuidoras.

Nesta semana, a Petrobras anunciou um novo aumento nas refinarias: o litro do produto, que custava R$ 1,499 para as distribuidoras, passou para R$ 1,5079, sem considerar os impostos. Para fixar os preços, a estatal leva em conta as cotações do petróleo no exterior e a cotação do dólar ante o real.

De acordo o presidente do Sindicombustíveis, Paulo Tavares, os postos estão encerrando o ciclo de promoções, portanto, os preços estão voltando ao normal. “A cota dos estabelecimentos para vender mais barato está acabando, com o fim das férias escolares. Vamos voltar a pagar o litro da gasolina acima de R$ 4”, disse ele.

Para Tavares, prever se as promoções podem voltar é “impossível”, no momento, mas a tendência é de que o valor do litro da gasolina não passe de R$ 4,20 na maioria dos postos.


Fonte: Correio Brazliense

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