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Edição 10097 de 11/07/2019

Destaque

01 - ABIMAQ promove Workshop: profissionalização da empresa familiar, desafios & resultados


O "Workshop: Profissionalização da Empresa Familiar, Desafios & Resultados (presencial e online)? visa desenvolver o estudo de regras básicas, objetivas e fundamentais para que a empresa familiar busque atualização competitiva, visão empresarial e excelência na gestão através da profissionalização. O conteúdo se destina a sócios, sócios-gerentes, diretores, cotistas, empreendedores, sucessores e demais interessados no assunto. A metodologia emprega exposição dialogada, e jogos e dinâmicas de grupo vivenciais. Ao término do Workshop, haverá espaço aberto para perguntas e dúvidas específicas dos participantes. O evento acontece dia 12 de julho.

A ministrante é Sônia Maria Savino, especialista em PNL com ênfase em Atendimento Infantil pela Delphos & Associados. Ela também fez o curso de Coaching at Identity Level (Robert Dilts e Deborah Bacon) no INAP. Atua como especialista em educação em cargos de gestão ou ministrando aulas em cursos graduação e pós-graduação, capacitação ou livres. Além disso, realiza treinamentos corporativos em diversas entidades multisetoriais.

Conteúdo programático:

- Desafios das empresas no contexto empresarial atual
- Perfis e comportamentos competitivos: As regras do jogo
- Mercado global e as empresas familiares
- A empresa familiar no mundo e no Brasil
- Desafios das empresas familiares
- Importância da profissionalização das empresas familiares
- Família, Propriedade e Empresa - conflitos, paradigmas e realidades
- Sociedade e Gestão - conflitos, paradigmas e realidades
- Os caminhos da profissionalização da gestão
- Executivos não familiares
- Processo sucessório.
"Workshop: profissionalização da empresa familiar, desafios & resultados - presencial e online?
Data: 12/07/2019
Horário: das 9h às 12h
Local: Sede ABIMAQ SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: www.Abimaq.org.br/cursos

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O "Workshop: Profissionalização da Empresa Familiar, Desafios & Resultados (presencial e online)? visa desenvolver o estudo de regras básicas, objetivas e fundamentais para que a empresa familiar busque atualização competitiva, visão empresarial e excelência na gestão através da profissionalização. O conteúdo se destina a sócios, sócios-gerentes, diretores, cotistas, empreendedores, sucessores e demais interessados no assunto. A metodologia emprega exposição dialogada, e jogos e dinâmicas de grupo vivenciais. Ao término do Workshop, haverá espaço aberto para perguntas e dúvidas específicas dos participantes. O evento acontece dia 12 de julho.

A ministrante é Sônia Maria Savino, especialista em PNL com ênfase em Atendimento Infantil pela Delphos & Associados. Ela também fez o curso de Coaching at Identity Level (Robert Dilts e Deborah Bacon) no INAP. Atua como especialista em educação em cargos de gestão ou ministrando aulas em cursos graduação e pós-graduação, capacitação ou livres. Além disso, realiza treinamentos corporativos em diversas entidades multisetoriais.

Conteúdo programático:

- Desafios das empresas no contexto empresarial atual
- Perfis e comportamentos competitivos: As regras do jogo
- Mercado global e as empresas familiares
- A empresa familiar no mundo e no Brasil
- Desafios das empresas familiares
- Importância da profissionalização das empresas familiares
- Família, Propriedade e Empresa - conflitos, paradigmas e realidades
- Sociedade e Gestão - conflitos, paradigmas e realidades
- Os caminhos da profissionalização da gestão
- Executivos não familiares
- Processo sucessório.

"Workshop: profissionalização da empresa familiar, desafios & resultados - presencial e online?

Data: 12/07/2019
Horário: das 9h às 12h
Local: Sede ABIMAQ SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: www.Abimaq.org.br/cursos

Fonte: Dino, Terra, Falando de Gestão, Gazeta de Votorantim, V de Vininha, Dicas BH, Direito & Negócios, Jrs - PORTO ALEGRE, Marcos Imprensa

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02 - ABIMAQ treina Analista de Comércio Exterior nos Módulos Importação e Exportação


Profissionais que estão iniciando suas atividades na área de importação e exportação podem se desenvolver no treinamento da ABIMAQ "Analista de Comércio Exterior - Módulos Importação e Exportação?. O objetivo do conteúdo é proporcionar ao profissional o conhecimento necessário para a condução de um processo eficaz de importação e exportação. O evento acontece dia 19 de julho.

O ministrante é Milton Gato, que possui mais de 32 anos de experiência, tendo exercido cargos de destaque em grandes empresas nacionais e multinacionais. É diretor da CITCARE Assessoria em Comércio Exterior. Ele é também pós-graduado em Direito do Comércio Exterior pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais e graduado em Administração de Empresas com Habilitação em Comércio Exterior pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como professor universitário em Comércio Exterior em diversas instituições tradicionais, tanto na graduação, pós-graduação como na extensão. Além disso, é instrutor em entidades de classe e organizações de treinamento.

Conteúdo programático:

Conceitos
1.1. Orgaõs Intervenientes
Secretaria de Comércio Exterior - SECEX Secretaria da Receita Federal - SRF Banco Central do Brasil - BCB
1.2. Habilitação no RADAR
Tipos de habilitações Credenciamento de representante Documentos necessários
1.3. Território Aduaneiro
Recintos Alfandegados Siscomex. Assuntos Aplicáveis nas Importações e Exportações
2.1. Incoterms®
Cláusulas Transporte e Seguro Recomendações
2.2. Nomenclaturas e Classificação Fiscal de Mercadorias
Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias (SH) Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) Nomenclatura da Associação Latino Americana de Integração (NALADI) Regras Gerais Para Interpretação do Sistema Harmonizado.
2.3. Acordos Internacionais
Acordo Geral Sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio (GATT) Sistema Geral de Preferências Comerciais (SGPC) Associação Latino Americana de Integração (ALADI) Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) Certificação de origem Operações de Importações.
3.1. Sistema Administrativo
Licenciamento
3.2. Sistema Fiscal
Acordo de valoração aduaneira Impostos incidentes Fatos geradores Base de cálculo Pagamento Exemplo de cálculos Importação via Correios e empresas de "courrier".
3.3. Despacho Aduaneiro
Pessoas habilitadas Documentos necessários Canais de parametrização Prazos Liberação alfandegária Multas e penalidades Operações de Exportações.
4.1. Estrutura das exportações brasileiras
4.2. Sistemas Administrativos
4.3. Sistemas Fiscais e incentivos (formação de preço de exportação e drawback)
4.4. Sistema Cambial (Formas de Pagamento Internacionalmente aceitas, ACC e ACE)
4.5. Documentação necessária
Elaboração de Faturas e Certificados; Elaboração de Packing List; Elaboração de Nota Fiscal; Despacho Aduaneiro Solicitação de Registro de Exportação - RE (NovoEx) Solicitação de Despacho Aduaneiro - DDE; Recepção dos documentos Canais parametrização CE - Comprovante de Exportação Regimes Aduaneiros Especiais.
5.1. Trânsito Aduaneiro
5.2. Admissão Temporária
5.3. Exportação Temporária
5.4. Entreposto Aduaneiro
5.5. Drawback.

"Analista de Comércio Exterior - Módulos Importação e Exportação?

Data: 19/07/2019
Horário: das 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ-SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô).
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: www.Abimaq.org.br/cursos
Categoria Concursos & Cursos
Países europeus pedem reunião urgente sobre o Irã
Infraestrutura finaliza Ciclovia da Avenida Baldomero Leituga e já iniciou a da Antônio Trajano.

Fonte: Jornal Dia a Dia

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03 - Fabricantes de bens de informática criticam portaria sobre imposto


Representantes da indústria nacional criticaram uma portaria do governo que estabelece regras para a redução da alíquota do Imposto de Importação (II) sobre bens de capital e bens de informática e telecomunicações. Segundo eles, a norma pode prejudicar a produção e afetar milhares de empregos. O assunto foi debatido na terça-feira (09) em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Editada em 24 de junho, a Portaria 309/2019 regulamenta a aplicação do chamado Regime de Ex-Tarifário na redução do imposto. Tal regime é destinado a promover a atração de investimentos no país, reduzindo a carga tributária de componentes quando não houver produção nacional equivalente nesses setores.

Um dos pontos mais criticados pelos debatedores é um comando determinando que, se o produto feito no Brasil for pelo menos 5% mais caro que o importado, não será considerado como "similar nacional", o que prejudicará parte da indústria brasileira, principalmente numa época em que as empresas sofrem com a burocracia, a falta de segurança jurídica e o elevado Custo Brasil.

O presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, José Jorge do Nascimento Júnior, acredita que por trás da iniciativa está a defesa da abertura comercial feita pela governo. O problema, segundo ele, é que dependendo do modo que for feita, pode haver uma desindustrialização que acarretará grande índice de desemprego.

- Não é justo que alguém produza no Brasil algo em condições distintas de quem produz fora. E quem produz fora ainda chega aqui com produto mais barato porque tem beneficio tributário. Isso não é razoável [...] A abertura comercial é fato, vai acontecer. O problema é como fazê-la. Não podemos desempregar gente nem fazer as indústrias saírem do país. Não podemos fazer com que o risco de se produzir no Brasil aumente - afirmou.

O presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, Humberto Barbato, reclamou ainda de a portaria abrir a possibilidade do benefício tributário até mesmo para componentes usados. Segundo ele, haverá concorrência desleal, uma vez que no Brasil praticamente não há indústria de remanufaturados. Ele defendeu também a concessão do Ex-Tarifário somente mediante consulta preliminar à Receita Federal, para que "a porteira não seja aberta com toda a facilidade".

- Não somos contrários à redução das tarifas de importação. Essa não é nossa maior preocupação. O setor não se nega enfrentar a concorrência com os importados, mas não é justo não se considerar todo o universo tributário existente. Vamos tirar as tarifas dos produtos finais enquanto que os bens intermediários de que necessito para fabricar o produto final continue tarifado? Não me parece a melhor técnica para se fazer uma abertura. - afirmou.

Exemplo

O diretor de Relações Governamentais da Positivo, José Goutier Rodrigues, criticou a falta de planejamento do governo nessas decisões regulatórias. E disse que isso pode ter consequências desastrosas, como ocorreu na Argentina.

- Em 2017, o governo argentino reduziu de 12% para 0% o Imposto de Importação sobre bens de informática. Houve de imediato perda de 5 mil postos de trabalho. O preço médio de um computador caiu de US$ 400 para US$ 355. Todos acharam louvável. E hoje como está o preço sem esses empregos? Atualmente, os computadores vêm da China e são vendidos mais caros do que antes, pois o próprio varejo cuidou de realocar os valores. Nestes tipos de produtos, o preço depende não só da carga tributária, mas da oferta e da procura. Nesta semana, a Argentina foi obrigada a aumentar o Imposto de Importação novamente porque não tem mais indústria local, não tem recolhimento de tributos. É um exemplo portenho. Foi um fiasco o que aconteceu lá - constatou.

Para o presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), José Velloso Dias Cardoso, o regime Ex-Tarifário é uma ferramenta de política pública e deve ser utilizado quando trouxer a melhoria da produtividade com o uso de tecnologias avançadas, ainda não disponíveis no Brasil.

- É um instrumento de política industrial que deveria ser usado para melhorar a produtividade e não somente para baratear a compra de um bem qualquer. Hoje existem mais de 6 mil ex-tarifários vigentes. Em 2012, eram pouco mais de 3 mil. O Imposto de Importação é um colchão que visa a regular a competitividade de produtos nacionais frente a seus concorrentes, pois existe a clara percepção que não é possível simplesmente comparar preços internacionais devido ao Custo Brasil - explicou.

Fonte: Agência Senado

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04 - Para além da metal mecânica: desenvolvimento de projetos de produtos para a indústria 4.0


No Brasil, muito se vincula o desenvolvimento de projetos de produtos às grandes indústrias metal mecânicas, como fábricas voltadas ao setor de maquinário e peças. No entanto, todo e qualquer produto precisa passar, no início de seu processo produtivo, pela etapa da ideação e da definição de suas características, seja um carro, de alta complexidade, ou uma caneta simples.

Outro grande mito que se tem no Brasil em torno do desenvolvimento de produtos é que pequenas indústrias ou negócios não podem ingressar no que se tem chamado de indústria 4.0, que é o uso de tecnologia no processo industrial, por não possuírem estrutura para tal. Isso deixa de ser verdade a partir do momento que surgem no mercado soluções acessíveis e de altíssima qualidade, que permitem que pequenas entrem no mesmo páreo que as grandes, utilizando a mesma tecnologia.

Uma pesquisa global da IDC, realizada em 2018 com 420 pequenos e médios fabricantes, mostrou que a tendência à adoção da indústria 4.0, dentro de um contexto de transformação digital, está altamente presente neste público. Os dados apontam que 90% dos entrevistados estão destinando recursos orçamentários para a transformação digital, 50% das equipes internas já estão estruturadas para pesquisar e implementar as mudanças trazidas pela transformação digital, e que 46% dos respondentes alegaram perceber vantagens competitivas ao adotar essas novas tecnologias. 

Com o objetivo de ajudar empresas de manufatura do país a serem mais digitais e focadas nas tendências de mercado da indústria 4.0, uma série de iniciativas vêm sendo tomadas por pesquisadores do ramo, de forma a expandir o acesso e ampliar o conhecimento do público sobre o tema e suas possibilidades. Como exemplo, pode-se citar o Cluster 4.0, iniciativa pioneira no Brasil promovida pela reunião de entidades como a Vertical Manufatura da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), a Associação Brasileira de Internet Industrial (ABII), entre outras. Por meio do Cluster, empresas e profissionais que produzem soluções para a indústria 4.0 ou que têm interesse em adquirir alguma solução para o seu negócio passam a ter um hub muito mais amplo de boas práticas na área.

Indústria 4.0 e as verticais de negócios

Dentre os inúmeros projetos e iniciativas voltados a ampliar o alcance e a implementação da indústria 4.0 no Brasil, destacam-se empresas multinacionais que já trazem esse DNA inovador de suas culturas país afora. Como é o caso da Siemens maior conglomerado industrial da Europa e um dos maiores do mundo, que contempla, em seu portfólio de produtos, o Solid Edge, software de projetos de produtos voltados a todos os segmentos de mercado.Por meio de três prismas de atuação (ideação, onde surgem as idéias; realização, quando a ideia é colocada em prática; e utilização, quando são coletados dados sobre a utilização daquele produto e essas informações retroalimentam a engenharia), a empresa atua em todas as etapas do desenvolvimento de projetos de produtos. O software combina capacidade técnica e viabilidade econômica para entregar valor a todos os segmentos: desde a metal mecânica, já grande conhecida do público, passando pelo desenvolvimento de embalagens para produtos de higiene e limpeza, até tecnologias e maquinários para o segmento agrícola.

A idéia do produto é permitir a aplicação de conceitos e tecnologias habilitadoras da indústria 4.0 a todas as verticais de negócio, trazendo maior inteligência para os processos produtivos de todos os tipos de indústria. Por meio da interconectividade entre coisas e pessoas, as máquinas passam a gerar dados durante sua operação, que são coletados e interpretados, mostrando o que está funcionando, o que não está e o que pode ser feito para melhorar, tudo sem que seja necessária a intermediação humana no processo. Por meio de um software de projeto de produto como o Solid Edge, máquinas inteligentes podem ser criadas para integrar esse contexto.

O Solid EdgePor meio de modelagem convergente, o Solid Edge permite a combinação de recursos como projetos generativos, engenharia reversa e manufatura aditiva para a criação do projeto mecânico final. As melhores ferramentas de projetos elétricos também estão disponíveis no software, trazendo a possibilidade do setor de energia criar projetos de fiação e diagramas elétricos para verificação de sistemas elétricos com muito mais agilidade e inteligência. Recursos de simulação térmica e estrutural, voltados à validação de projetos complexos, também são processos facilitados com o uso do software, permitindo que os engenheiros envolvidos façam a validação digital de projetos no início de cada processo. Já no segmento de manufatura, o software permite a impressão automatizada, com preço em tempo real, de componentes em cores, utilizando tecnologias de manufatura aditiva.

Já o recurso de publicações técnicas, permite que seja produzida uma comunicação nítida, com a criação de documentação técnica de alta qualidade interativa e atraente, diretamente a partir da reutilização de modelos CAD. Outra funcionalidade da ferramenta é a possibilidade do gerenciamento de dados dimensionável, numeração personalizável de documentos e esquemas de revisão, permitindo aprimoramentos de produtividade. Além disso, por meio da plataforma integradora e colaborativa, baseada na nuvem, é possível registrar, manter e rastrear princípios chave de cada projeto. Continua depois da publicidade  Para maiores informações, acesse o site da Siemens e conheça mais detalhes sobre o Solid Edge, software de projetos de produtos da Siemens voltado a ajudar empresas do Brasil a serem mais digitais e integradas à revolução 4.0.

Fonte: Seap Usinagem

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05 - Possibilidade de zerar imposto de importação aflige empresários


A portaria do Ministério da Economia que zera o imposto de importação sobre bens de capital e de informática e telecomunicações recebeu forte oposição no Senado. Editada em junho, a Portaria 309 zera temporariamente o imposto de importação de bens de capital, informática e telecomunicação, quando não houver produção nacional equivalente nas alíquotas atuais de 14% a 16%.

O senador José Serra (PSDB) foi direto. “Devo dizer que eu nunca vi uma medida tão mal feita e vagabunda como esse decreto. De quinta categoria.”

O presidente da ABIMAQ, Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, José Velloso, afirma que a indústria será destruída. Segundo ele, ninguém mais tem interesse na inserção internacional da economia brasileira e no aumento da corrente de comércio do que o próprio setor.

O presidente da Abinee, Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, Humberto Barbato, também ressaltou os prejuízos ao setor produtivo instalado no Brasil.
“O ex tarifário é uma concessão temporária da redução do imposto de importação a zero em função de alguns aspectos que nós demos, como: ele só pode ser concedido para bens exclusivamente novos. Com essa nova portaria, ela é concedida também para bens usados.”

Diante do exposto na audiência pública, na Comissão de Assuntos Econômicos, o senador Major Olímpio, da base governista, prometeu levar o ministro da Economia, Paulo Guedes, a Casa, para discutir as implicações da portaria.

Fonte: Jovem Pan, Replicário

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Comércio Internacional

01 - China diz que disputa comercial com EUA pode ser resolvida através de respeito mútuo


A China e os Estados Unidos podem encontrar uma maneira de resolver sua disputa comercial se as preocupações uns dos outros forem levadas em consideração, disse o Ministério do Comércio chinês nesta quinta-feira.

O porta-voz do ministério, Gao Feng, também disse durante uma coletiva de imprensa semanal que a China espera que os EUA removam as sanções contra a Huawei Technologies [HWT.UL] o mais rápido possível e abra caminho para relações bilaterais saudáveis.

Os dois países estão no meio de uma disputa comercial que já dura um ano e os levou a impor tarifas sobre produtos um do outro. A China prometeu não ceder em questões de princípio nem sob pressão dos EUA. 

"Equipes comerciais de ambos os lados, de acordo com o consenso alcançado em Osaka pelos líderes dos dois países, vão reiniciar as negociações econômicas e comerciais com base na igualdade e respeito mútuo", disse Gao."A China acredita que os dois lados podem encontrar uma maneira de resolver a questão se as preocupações razoáveis de cada um forem levadas em consideração através de um diálogo em igualdade."O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, concordaram no Japão no mês passado com outra trégua comercial, graças à promessa de Trump de não impor novas tarifas sobre produtos chineses e aliviar as restrições à Huawei.

Mas nenhum prazo foi estabelecido para que o processo seja concluído, deixando a possibilidade de demora nas negociações. Washington aumentou drasticamente as tarifas depois que as negociações foram interrompidas em maio e Pequim fez o mesmo.

Fonte: Reuters

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02 - Senado francês aprova imposto sobre empresas de tecnologia; EUA abrem investigação


O Senado da França aprovou nesta quinta-feira um novo imposto sobre grandes empresas de tecnologia, o que pode abrir uma nova frente em uma disputa comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia.

A taxa de 3% se aplicará à receita de serviços digitais obtida na França por empresas com mais de 25 milhões de euros em receita na França e 750 milhões de euros em todo o mundo. O imposto deve entrar em vigor de forma retroativa a partir do início de 2019.Na quarta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou uma investigação sobre o imposto, uma medida que pode levar os EUA a imporem novas tarifas ou outras restrições comerciais.

"Entre aliados, podemos e deveríamos resolver nossas disputas não com ameaças, mas através de outros meios", disse o ministro das Finanças francês, Bruno Le Maire, aos senadores antes da votação final."A França é um país soberano, suas decisões sobre questões tributárias são soberanas e continuarão a ser soberanas".

O governo francês foi adiante com o imposto porque países da UE não aprovaram uma taxa válida em todo o bloco por causa da oposição de Irlanda, Dinamarca, Suécia e Finlândia.Outros países do bloco, como Áustria, Reino Unido, Espanha e Itália, também anunciaram planos de impostos digitais. Eles dizem que uma taxa é necessária porque atualmente grandes multinacionais de internet, como Facebook e Amazon, podem registrar lucros em países com impostos baixos, independentemente da origem da renda.

A pressão política para reagir vem crescendo, já que varejistas locais de ruas e online estão em desvantagem. O presidente Emmanuel Macron disse que taxar mais as grandes empresas de tecnologia é uma questão de justiça social.

Mas o ministro das Finanças irlandês, Paschal Donohoe, disse em maio que impostos nacionais que visam firmas digitais sediadas principalmente nos EUA "têm muita probabilidade de exacerbar tensões comerciais globais e prejudicar o comércio e o investimento transnacionais" e tornarão mais difícil combinar uma reforma global.O atrito do imposto digital não tem relação com a disputa comercial transatlântica, mas pode ser usado por Trump para tentar obter concessões da UE na frente comercial.

Os EUA e a UE vêm se ameaçando mutuamente com a imposição de tarifas de bilhões de dólares em aviões, tratores e alimentos em uma disputa de quase 15 anos na Organização Mundial do Comércio (OMC), motivada por subsídios a aeronaves concedidos à fabricante de aviões norte-americana Boeing e à sua rival europeia, Airbus.

Fonte: Reuters

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Conjuntura

01 - BNDES vai disponibilizar R$ 23 bilhões


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) começou ontem (10) a disponibilizar R$ 23 bilhões para o Plano Safra 2019/2020, sendo R$ 19,6 bilhões para agricultura empresarial e R$ 3,3 bilhões para agricultura familiar.

O total supera em R$ 700 milhões o valor destinado ao setor pelo banco no ano passado, e objetiva o financiamento de investimentos e custeio da produção agropecuária brasileira. Os juros variam entre 0,5% e 4,6% ao ano para a agricultura familiar, e entre 5,25% a 10,5% para a agricultura empresarial.

O BNDES vai operar em parceria com mais de 30 instituições financeiras. Segundo o banco, essa rede facilita o desenvolvimento de uma política pública de apoio ao setor agropecuário, na medida em que descentraliza o acesso aos recursos dos Programas Agropecuários do Governo Federal.

Para a linha Moderfrota (Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras), voltada para aquisição de máquinas Agronegoci e equipamentos agrícolas, foram destinados R$ 7,5 bilhões; para o Prodecoop (Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Agropecuária), que envolve cooperativas agropecuárias, os recursos somam em torno de R$ 1 bilhão; o Programa ABC, destinado às práticas agrícolas para redução das emissões de gases contará com R$ 746 milhões; e o Inovagro (Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária), que abrange iniciativas inovadoras em agropecuária (R$ 750 milhões).Plano Safra 2018/2019Mais de R$ 13 bilhões foram aprovados pelo BNDES no Plano Safra 2018/2019, encerrado no último dia 30 de junho, atingindo 35 mil operações.

Para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), o banco aprovou em R$ 3,2 bilhões em mais de 70 mil operações.

Fonte: DCI

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02 - Vendas do varejo caem 0,1% em maio ante abril


As vendas do comércio varejista caíram 0,1% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio abaixo da mediana das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, de 0,20%, obtida a partir do intervalo de queda de 0,50% a avanço de 0,90%.

Na comparação com maio de 2018, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 1% em maio de 2019. Nesse confronto, as projeções iam de queda de 1,50% a alta de 2,80%, com mediana positiva de 1,30%. As vendas do varejo restrito acumularam crescimento de 0,7% no ano. Em 12 meses, houve avanço de 1,3%. O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista restrito teve queda de 0,1% em maio de 2019, No varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, o índice de média móvel trimestral registrou elevação de 0,5% em maio.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Confiança do pequeno e médio empresário para 3º trimestre aumenta 2,6%


Os médios e pequenos empreendedores voltaram a depositar confiança no desempenho da economia no terceiro trimestre em relação ao trimestre anterior. Essa melhora é representada pelo avanço de 2,6% do Índice de Confiança dos Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN), calculado pelo Centro de Estudos em Negócios do Insper em parceria com o Banco Santander.

Com a alta, o indicador alcançou 72 pontos, interrompendo um período de incertezas sobre a nova gestão do Brasil e de registros de queda no último semestre. "O IC-PMN praticamente reverteu a queda registrada no segundo trimestre, com variações positivas em todos os quesitos, regiões e setores, com exceção da Indústria", pontuou Gino Olivares, professor do Insper e pesquisador responsável pelo IC-PMN.Para ele, os resultados apontam que, mesmo no cenário atual de baixo crescimento, os pequenos e médios empresários conseguem visualizar possibilidades de melhoria nos próximos trimestres.

Em relação ao crédito, o diretor do segmento de Negócios e Empresas do Santander Brasil, Cassio Schmitt, disse que a demanda permanece. O empreendedor ainda está cauteloso, mas já demonstra interesse em investir para o crescimento do seu negócio, segundo ele. "Vemos de forma positiva e estamos prontos para apoiá-los."A variação do IC-PMN foi positiva em todas as regiões analisadas, com destaque para o Sul, que registrou a maior alta, de 4,9%. O Nordeste, com 4,5%, vem em seguida, à frente de Sudeste e Norte com 1,4%, cada um. Por fim, a menor evolução foi a da região Centro-Oeste, com 0,5%.

Por atividade econômica, dois dos três setores registraram evolução: Serviços, com 6,1%, e Comércio, com 1,7%. A Indústria recuou 1%. Na análise do índice por questão, foram registradas variações positivas em todos os quesitos. O dado de Investimento subiu 4,9%; Empregados, 4,2%; Ramo, 2,5%; Faturamento, 2,1%; Lucro,1,6%, e Economia, 0,5%. Os números do IC-PMN foram obtidos por meio de entrevistas telefônicas com 1.328 pequenos e médios empresários de todo o País, dos setores da indústria, comércio e serviços. A margem de erro do índice é de três pontos porcentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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04 - IPCA de junho fica em 0,01%, diz IBGE


Desde a introdução do Plano Real, em julho de 1994, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 508,23%, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ao divulgar a leitura de junho do indicador.

Nesses 25 anos, a maior pressão inflacionária veio do grupo Habitação, com alta de 1.020,82%. Fernando Gonçalves, gerente de Sistema Nacional de Índices de Preços (SNIPC), evitou dar uma explicação definitiva para a elevação acima da média nesse grupo, mas lembrou que dele fazem parte preços monitorados, como a conta de luz.

 Na outra ponta, o grupo Artigos de Residência teve a menor inflação do Plano Real, com avanço de 174,29% desde julho de 1994. O grupo Alimentação e Bebidas teve variação abaixo da média com IPCA, acumulando alta de 486,28% no período. O IBGE aproveitou os 25 anos do Plano Real para compilar dados do SNIPC, desenvolvido em 1980. O plano de estabilização interrompeu a dinâmica de hiperinflação, mostra o compilado.

 No acumulado de janeiro de 1980 a junho de 1994, o IPCA registrou alta de 11.253.035.454.003,90%, em contraste com os 508,23% de julho de 1994 a junho passado. De 1980 até hoje, a maior variação mensal ficou com março de 1990, mês da introdução do Plano Collor, quando o IPCA registrou alta de 82,39% apenas naquele mês. A menor variação foi registrada em agosto de 1998, quando o IPCA recuou 0,51% e registrou a menor inflação da história, com alta de 1,65% no IPCA.

Alimentos De acordo com análise do Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sobre o resultado do IPCA, o comportamento dos preços dos alimentos mais uma vez foi fundamental para segurar a inflação em junho.

O grupo Alimentação e Bebidas teve deflação de -0,25%, gerando impacto de -0,06% na inflação oficial. Levando em conta os alimentos em domicílio, a contribuição foi ainda maior para conter a alta do IPCA em junho. Esse subgrupo teve recuo de 0,39%, com destaque para as quedas do feijão carioca e rajado (14,8%), preto (8,2%) e mulatinho (6,1%), devido ao incremento de área plantada e boa produtividade.

O preço das frutas caiu, em média, 6,14%, as maiores quedas observadas na tangerina (19,35%), maracujá (15,02%), morango (9,29%), banana prata (4,41%) e banana maçã (4,31%) pela ampliação de oferta e condições climáticas favoráveis. O preço do pescado caiu 2,19%, puxado pelo aumento de oferta e baixa do preço pago ao produtor. A batata inglesa e os ovos tiveram retrações de 1,34% e 1,14%, respectivamente. Tomate, frango e leite tiveram as maiores.

Fonte: DCI

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05 - Fatia de PMEs que pretendem investir nos próximos três meses sobe para 37,3%


A fatia de micro e pequenos empresários que pretendem investir nos próximos três meses cresceu de 36,9% em maio para 37,3% em junho, de acordo com o Indicador de Demanda por Investimento do micro e pequeno empresário calculado pelo SPC Brasil e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Esse porcentual de junho é muito parecido com a parcela que não pretende investir, de 37,2% (ante 40,8% em maio). Já os reticentes passaram de 22,3% para 25,4% no período.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o ambiente de incerteza que ainda paira faz com que os projetos de expansão e melhoria do negócio sejam colocados em segundo plano e a preocupação de grande parte dos empresários passa a ser lidar com a queda do faturamento e o aumento da inadimplência "A lenta recuperação da crise leva muitas empresas a operarem com capacidade ociosa e, em alguns casos, até à redução do quadro de funcionários. Em meio a esse ambiente, os investimentos são adiados", explica Pellizzaro Junior.Entre os micro e pequenos empresários que pretendem realizar investimentos nos próximos três meses, a maior parte tem como finalidade aumentar as vendas (58%), além da adaptação da empresa a uma nova tecnologia (30%) e da necessidade de atender a uma demanda que aumentou (25%).A maioria dos aportes seria usada na compra de máquinas e equipamentos (30%), seguido por ampliação de estoques (22%) e por reforma da empresa (19%).Em relação à demanda por crédito, aqueles que não pretendem tomar crédito nos próximos três meses seguem sendo maioria (64,7%), ainda que esse porcentual seja menor que o de maio (68,5%). A fatia de empresários que planejam contratar crédito caiu de 14,2% para 11,5%, enquanto a parcela daqueles que não sabem subiu de 17,3% para 23,7%.

Segundo o presidente da CNDL, José Cesar da Costa, mesmo com uma sutil melhora das condições econômicas do País, a demanda por crédito está distante de um nível ideal para induzir o crescimento econômico.A maioria dos que não pretendem contratar crédito diz não ver necessidade (42%) ou então alega ser possível manter a empresa com recursos próprios (40%). Em seguida, aparecem os empresários que justificam devido às altas taxas de juros (25%) e o receio de não ter condições de pagar as prestações no futuro (11%).

Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Indústria do Paraná cria mais de sete mil vagas de emprego


A indústria paranaense criou 7.632 novos postos de trabalho entre janeiro e maio deste ano. O dado, divulgado pelo Caged, é considerado positivo diante do cenário de desemprego que atinge o país, mas ainda está longe do esperado. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o saldo de vagas foi 33% menor.

Para aumentar o ritmo de contratações, a indústria depende de movimentações políticas e econômicas. “A confiança de empresários e investidores só vai ser recuperada quando perceberem que o país está corrigindo seu rumo. Por isso, é fundamental que, entre outras medidas, o Congresso Nacional aprove as Reformas Tributária e da Previdência o mais rapidamente possível, o que sinalizará um compromisso do país com seu futuro”, analisa Edson Campagnolo, presidente do Sistema Fiep.

Boa notícia para o setor têxtil

Dos 38.272 empregos gerados no Paraná, os mais de sete mil na indústria correspondem a 20% do total. E vêm acompanhados de algumas boas notícias; entre elas, o aumento de contratações na indústria têxtil e de artigos de vestuário. Foram 1.314 novos empregos em um setor que vinha em queda. “Em 2018, foram fechados 4.365 postos de trabalho nesse segmento. O resultado acumulado este ano sinaliza uma reversão dessa trajetória”, comenta Evânio Felippe, economista do Sistema Fiep.

Outros setores da indústria paranaense que tiveram destaque no relatório do Caged foram o de metalurgia, com 928 novos empregos, o automotivo, com 857, e o de borracha e plástico, com 602. Para Campagnolo, esses dados devem ser vistos de forma positiva. Entre 2014 e 2016, mais de 76 mil postos de trabalho foram fechados somente na indústria paranaense, como reflexo da crise econômica. “Recuperamos cerca de 15 mil empregos desde 2017. No entanto, muitos industriais estão em compasso de espera, retardando investimentos enquanto não percebem sinais mais consistentes de retomada da atividade econômica”, analisa.

Vagas por região

A Região Metropolitana de Curitiba foi a que mais criou vagas no acumulado do ano, com 2.804 contratados. Depois vem a região de Londrina e Maringá, no Norte, com 2.742, o Oeste, incluindo Cascavel e Toledo, com 1.236, o Sudoeste, próximo a Pato Branco e Francisco Beltrão, com 963, e Campos Gerais, onde fica Ponta Grossa, com 263 contratações.

Fonte: DCI

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Setor

01- Preço da gasolina baixa pela quarta vez em três meses no interior do Acre


Com mais uma redução do preço dos combustíveis, nesta quarta-feira (10), os consumidores de Cruzeiro do Sul passaram a pagar 18 centavos a menos no preço da gasolina. O litro do diesel baixou apenas 2 centavos por litro.

Desde abril de 2018 que o preço dos combustíveis está em queda. Em Cruzeiro do Sul, os donos de veículos chegaram a pagar R$ 5,75 pelo litro da gasolina no ano passado. Com a quarta redução deste ano, o litro da gasolina baixou de R$ 5,29 para uma média de R$ 5,11. Já o valor do litro do diesel, que era R$4,62, reduziu para R$ 4,60.

Apesar de comemorar a queda no preço, os motoristas ainda reclamam que o valor dos combustíveis ainda é muito alto na segunda maior cidade do Acre.

“Estava muito caro e agora fica melhor para o nosso bolso. Com o preço mais baixo, a gente abastece mais. Quando aumenta a gente abastece porque é obrigado. Mas, mesmo com essa redução, ainda acho muito alto o preço de R$ 5,11 na gasolina, ainda não é o ideal”, diz a servidora pública Cristina Magalhães.

O autônomo Davi Santos diz que o preço poderia ser ainda melhor. “Fica melhor quando baixa, porque está muito salgado para o lado do consumidor. Se desse para baixar mais ainda, seria melhor”, falou.

Os donos de postos afirmam que também saem ganhando com a redução no preço dos combustíveis.

“Quando baixa o preço, os nossos clientes conseguem comprar mais e a gente amplia o volume de vendas. E isso é bom para ambas as partes”, afirma o gerente de posto de combustíveis, Arenilson Paixão.

Fonte: G1

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