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Edição 10148 de 10/09/2019

Destaque

01 - FEIMEC 2020 participa da EMO HANNOVER na Alemanha


A FEIMEC - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos marca presença na maior feira de máquinas-ferramenta do mundo, a EMO Hannover, que acontece de 16 a 21 de setembro em Hannover, na Alemanha. O evento é o ponto de encontro dos maiores players do mercado internacional e reconhecido pela inovação, contribuição tecnológica, lançamentos e tendências do mercado.

Em mais uma etapa de sua intensa campanha de divulgação em grandes eventos setoriais do Brasil e do exterior, a FEIMEC (de 05 a 09 de maio, no São Paulo Expo), em parceria com a ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, estará com sua equipe comercial no estande F34 localizado no Hall 16 com o objetivo de estreitar relacionamento com entidades setoriais internacionais e expositores, além de fechar novos negócios e divulgar as novidades da próxima edição.

A participação na EMO Hannover reforça a promoção da FEIMEC para o mercado internacional e integra uma estratégia global que visa fortalecer a marca, o relacionamento com expositores de todo o mundo, além de atrair compradores de pelo menos 40 países para a feira brasileira.

REALIZAÇÃO

ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa mais de 7.800 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

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INFORMA MARKETS - A Informa Markets cria plataformas para indústrias e mercados especializados para fazer negócios, inovar e crescer. Nosso portfólio global é composto por mais de 550 eventos e marcas internacionais, sendo mais de 30 no Brasil, em mercados como Saúde e Nutrição, Infraestrutura, Construção, Alimentos e Bebidas, Agronegócio, Tecnologia e Telecom, Metal Mecânico, entre outros. Oferecemos aos clientes e parceiros em todo o mundo oportunidades de networking, viver experiências e fazer negócios por meio de feiras e eventos presenciais, conteúdo digital especializado e soluções de inteligência de mercado, construindo uma jornada de relacionamento e negócios entre empresas e mercados 365 dias por ano. Para mais informações, visite www.informamarkets.com.

SERVIÇO

FEIMEC 2020 na EMO HANNOVER
De 16 a 21 de setembro
Deutsche Messe AG Hannover - Hannover, Alemanha
Hall 16 - Estande F34
FEIMEC - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos

Data: 05 a 09 de maio de 2020
Horário: 3ª a 6ª das 10h às 19h, sábado das 9h às 17h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 -São Paulo - SP)
Iniciativa: ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
Promoção e organização: Informa Markets
Patrocínio Oficial: Romi
Expositores: mais de 1.000 marcas nacionais e internacionais
Setores: máquinas e equipamentos; máquinas-ferramenta; automação, controle e medição; motores, acoplamentos, redutores e engrenagens; solda e tratamentos de superfícies; válvulas, bombas, compressores e equipamentos hidráulicos e pneumáticos; ferramentas e dispositivos; equipamentos para movimentação e armazenagem; fornos, estufas, caldeiras e tratamento térmico; bancos e agências de fomento; entre outros produtos, serviços e soluções.
Público: em torno de 65 mil visitantes/compradores
Entrada: profissionais do setor mediante credenciamento online (www.feimec.com.br


Fonte: Cimm

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02 - Curso de Apreciação de Riscos & Auditoria de Conformidade, acontece em setembro na ABIMAQ


A ABIMAQ vai realizar o curso "Fases I a IV - NR12 - Apreciação de Riscos & Auditoria de Conformidade?. O público-alvo engloba profissionais de produção, segurança do trabalho, engenharia e manutenção que necessitam entender os conceitos básicos NR-12, visando a segurança no trabalho em máquinas e equipamentos. O intuito é compreender os princípios básicos da Análise de Risco conforme a ABNT NBR ISO 12100 e apresentação das estruturas da NR12, anexos e princípios gerais de forma simples e objetiva. O evento acontece de 9 a 12 de setembro.

Os ministrantes são Sidney Peinado, que é formado em Engenharia Elétrica e Automação e tem 40 anos de experiência, possui várias pós-graduações e foi docente em diversos cursos de formação, entre outras inúmeras atribuições; Marcelo Del Vecchio, formado em Eletrônica e Gestão Comercial e tem 33 anos de experiência em área fabril com foco em Projeto de máquinas, segurança de máquinas e equipamentos e automação de máquinas e processos; e também Ronaldo Gabriel dos Santos, com formação em Engenharia Elétrica e Automação e 28 anos em consultoria no segmentos de máquinas, além de ser coach para projetistas de máquinas e equipamentos e instrutor do curso de segurança de máquinas.

Conteúdo programático:

FASE I: NR-12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
- Apresentado as Normas regulamentadoras, relativas à segurança e medicina do trabalho;
- Estrutura e princípios gerais da NR-12;
- Conceito sobre máquinas e equipamentos na indústria;
- Tipos e grupos de máquinas na indústria:
- Máquina de movimentação de carga;
- Máquina de temperatura e pressão estacionária);
- Máquina operatrizes (estacionárias);
- Apresentando os Anexos da NR-12.
FASE II: NR-12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos

- Máquinas sem anexo específico;
- Distâncias de segurança;
- Capacitação para o trabalho seguro;
- Meios de acessos permanentes;
- Glossário para adequada leitura da NR-12;
- Visão Geral sobre a Análise do posto de trabalho;
- Visão Geral dos componentes de segurança;
- Estrutura hierárquica das leis e normas;
- Treinamento prático para auditoria de conformidade.
FASE III: Apreciação de Risco + On The Job Training
- NR-12 e principais tópicos a serem observados;
- Principais normas nacionais da ABNT;
- Principais normas internacionais ISO e EN;
- Princípios básico de Segurança de Máquinas;
- Análise de Risco conforme a ABNT NBR ISO 12100;
- Exercícios práticos de Análise de Riscos.
FASE IV: Apreciação de Risco + On The Job Training.
- Discussão da Planilha de Análise de Risco
- Exercícios práticos de preenchimento da Planilha;
- Treinamento prático para auditoria de conformidade para três máquinas.

Fases I a IV - NR12 - Apreciação de Riscos & Auditoria de Conformidade

Datas e horários
09/09/2019 9h às 18h
10/09/2019 9h às 18h
11/09/2019 9h às 18h
12/09/2019 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: www.ABIMAQ.org.br/cursos


Fonte: Dino, Segs

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03 - Indústria de máquinas registrou crescimento de 2,4%


Mesmo que caindo 5,2% ante julho do ano passado, a indústria brasileira de máquinas registrou crescimento frente o mês anterior, da ordem de 2,4%, faturando com isso cerca de US$ 1,66 bilhão de receitas combinadas. A informação é da ABIMAQ. Segundo a instituição, o baixo crescimento de julho está influenciado principalmente pelo mercado interno. Não obstante o anterior, o acumulado entre janeiro e julho mostrou uma expansão para o setor de 5,8% no ano.

A balança comercial do setor em julho teve saldo negativo, mas as exportações ainda assim cresceram 24,1% com relação a julho de 2018. A mesma taxa de crescimento foi registrada para as exportações em relação ao mês anterior. Já as importações cresceram 11,1% em relação a junho e 19,9% em relação a julho de 2018. Devido à já permanente crise da América Latina, as vendas do setor de máquinas do Brasil para esta região, que antes eram mais da metade do total vendido pelas empresas, hoje não passam de 31,9%.

"O cenário reflete, principalmente nos últimos dois anos, a crise do mercado argentino, que levou às compras de máquinas a cair de 15% das vendas nacionais no exterior em 2017 para 6% este ano", diz a ABIMAQ. Maria Cristina Zanella, Gerente de Competitividade, Economia e Estatística da Associação, espera que este ano o setor cresça entre 3% e 4%. "Começamos o ano com uma melhor expectativa, de crescimento de cerca de 5%, mas os números mostram que fecharemos o ano em 3% ou 4%."

Fonte: Agência Brasil, Monitor Mercantil

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Comércio Internacional

01 - Desemprego no Reino Unido cai a 3,8% no trimestre até julho


A taxa de desemprego no Reino Unido caiu para 3,8% no período de três meses até julho, de 3,9% no trimestre até junho, voltando ao menor patamar desde 1974, segundo dados publicados hoje pelo Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês). O resultado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam manutenção da taxa em 3,9%.

A pesquisa do ONS também mostrou que os salários no Reino Unido, excluindo-se o pagamento de bônus, avançaram 3,8% na comparação anual do trimestre até julho.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - Inflação na China medida pelo CPI avança 2,8% em agosto, na comparação anual


O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China subiu 2,8% em agosto na comparação anual, segundo dados divulgados na terça-feira (pelo horário local) pelo Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês). A leitura superou as expectativas de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam alta de 2,6%.
Com o resultado, a inflação no país asiático se aproxima da meta de cerca de 3% do governo chinês. 

Em relação a julho, o CPI registrou ganho de 0,7% em agosto. Os principais impulsionadores dos preços na China foram as carnes - em especial, a carne de porco, que teve valorização de 46,7% na comparação anual de agosto devido a uma escassez do produto. Os preços gerais de carnes, incluindo suína, bovina e ovina, tiveram alta de quase 31% em relação a agosto de 2018.Por outro lado, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) sofreu contração de 0,8% em agosto ante o mesmo mês do ano passado, recuo ligeiramente menor do que os 0,9% projetados por analistas. Na comparação mensal, o PPI caiu 0,1% em relação a julho.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - IPC-S desacelera em 2 das 7 capitais analisadas na 1ª prévia de setembro, diz FGV


O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou em duas das sete capitais analisadas da última quadrissemana de agosto para a primeira medição de setembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira (10). No período, o indicador mostrou alívio de 0,17% para 0,15%.

Por capitais, a desaceleração foi observada no Rio de Janeiro (0,14% para 0,04%) e em São Paulo (0,28% para 0,18%).Em contrapartida, apresentaram acréscimo nas taxas de variação no IPC-S do período as cidades de Salvador (0,20% para 0,41%), Brasília (-0,07% para -0,05%), Belo Horizonte (0,28% para 0,29%), Recife (0,04% para 0,17%) e Porto Alegre (que repetiu a taxa de 0,10%).

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - INPC e IPCA indicam inflação de agosto muito próxima de julho


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve elevação de 0,12% em agosto, após subir 0,10% em julho, segundo o IBGE. Como resultado, o índice acumulou alta de 2,68% neste ano, além de avanço de 3,28% em 12 meses. Já dentro do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou agosto com alta de 0,11%, ante 0,19% em julho.

Fonte: DCI

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03 - Produtividade registra queda de 1,7%


A produtividade do trabalho no País recuou 1,7% no segundo trimestre de 2019, em comparação com o segundo trimestre de 2018. Foi o pior resultado desde o primeiro trimestre de 2016, quando a produtividade do trabalho havia recuado 2,2%. Os cálculos são de um levantamento do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast.

O estudo mostra ainda que houve piora no desempenho da produtividade por hora trabalhada. Houve aceleração no ritmo de queda em relação ao primeiro trimestre de 2019, quando o recuo foi de 1,1%, observou Fernando Veloso, pesquisador do Ibre/FGV."Desde 2017, principalmente em 2018, a produtividade já não estava crescendo bem. A surpresa agora é que ocorreu uma piora", disse Veloso.

Segundo ele, houve um forte aumento no número de pessoas trabalhando no período de um ano, mas o movimento não foi acompanhado por um crescimento do valor adicionado na mesma magnitude. O valor adicionado aumentou 0,9% em relação ao segundo trimestre do ano passado, enquanto as horas trabalhadas tiveram expansão de 2,6%. Emprego menos produtivo" É como se estivesse aumentando o emprego, mas o emprego menos produtivo", explicou.

O avanço da ocupação via informalidade pode explicar o fenômeno, uma vez que o setor informal é menos produtivo que o setor formal. O emprego com carteira assinada está retomando muito lentamente, lembrou o pesquisador do Ibre/FGV.

Fonte: G1

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04 - Quase 60% das obras de infraestrutura paralisadas no país são de saneamento básico, aponta estudo


Quase 60% das obras de infraestrutura paralisadas no país são de saneamento básico, aponta estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao qual o G1 teve acesso com exclusividade. São 429 das 718 obras de infraestrutura paradas, segundo dados do Ministério da Economia coletados pela CNI. As obras fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Nesta terça-feira (10), a especialista em infraestrutura da CNI, Ilana Ferreira, deve apresentar as conclusões do estudo na Comissão Especial que debate saneamento básico na Câmara dos Deputados.

As principais razões para as paralisações das obras de saneamento são "motivos técnicos" e "abandono pela empresa". Há ainda problemas financeiros e orçamentários, judiciais, de desapropriação, ambientais, entre outros.

"O abandono por parte das empresas pode ocorrer por falhas no processo de licitação, em que empresas inaptas acabaram ganhando a concorrência apesar de não terem a expertise necessária para a conclusão da obra. Outra causa (...) está no contexto fiscal em que municípios e estados não têm conseguido cumprir com os compromissos contratuais, o que leva ao abandono de empresas pela falta de pagamento", aponta a CNI.

Em entrevista ao G1, Ilana Ferreira elenca as principais dificuldades que estão por trás das paralisações:

Dificuldade em estruturar projetos: gestões municipais e estaduais têm dificuldade em contratar consultorias e empresas para estruturar os projetos e fazer análises básicas de engenharia. Assim, as obras começam com projetos incompletos, vagos ou com falhas.

Crise financeira: as cidades e os estados estão em condição orçamentária restrita, o que dificulta a contratação de empresas tanto para realizar os projetos quanto as obras
Falhas de gestão e de planos municipais: como as obras são majoritariamente em áreas urbanas, é essencial ter análises do ordenamento territorial, bem como planejamento adequado e de longo prazo dos investimentos. Porém, apenas 30% das cidades do país têm planos municipais de saneamento básico.

Falta de análise robusta dos projetos: os projetos das obras analisadas, que fazem parte do PAC, não passaram por análises robustas antes da aprovação e do repasse do financiamento federal. Assim, as obras começaram com projetos falhos, o que gerou as paralisações.

Apesar de serem 60% das obras paralisadas, os casos de saneamento básico concentram apenas 9% dos recursos totais dos projetos parados. As 429 obras de saneamento correspondem a um investimento de R$ 10 bilhões, contra R$ 109,1 bilhões de todos os 718 projetos parados.

Segundo a CNI, são projetos simples, de pequena escala, "onde parece haver pouco espaço para imprevistos que possam gerar problemas técnicos".

"Tem obras de petróleo e gás que custam bilhões de reais. Essas de saneamento custam milhões, são bem menores e mais simples. Ou seja, há dificuldade de gerir até projetos pequenos", diz Ilana Ferreira, da CNI.

Público X privado

Para entender os problemas por trás dos altos índices de paralisação das obras, bem como os entraves do saneamento básico no geral, o estudo analisa o principal instrumento jurídico que rege o setor no país, os contratos de programa. Apesar de o saneamento ser uma responsabilidade dos municípios, empresas estaduais assumem os serviços de água e esgoto nas cidades a partir destes contratos.

Segundo o estudo da CNI, uma das principais distinções em relação ao contrato de concessão é que a celebração do contrato de programa não precisa ser precedida por licitação. Em outras palavras, não é necessário que haja concorrência para a celebração do contrato.

Além disso, Ilana Ferreira destaca que os contratos de programa não precisam estabelecer metas e indicadores de qualidade dos serviços, além de estarem passíveis de renovações sistemáticas. Já as concessões são mais rígidas, sendo que as renovações apenas podem acontecer uma vez e apenas se a empresa contratada conseguir cumprir as metas estabelecidas no contrato.
Não à toa, os contratos de programa são bem mais comuns no país. As companhias estaduais são responsáveis por 73% do mercado. Já os entes privados administram apenas 9% da população atendida.
O estudo da CNI destaca que essa falta de concorrência no setor repercute negativamente tanto nos dados já apresentados sobre obras paralisadas, quanto nos indicadores de atendimento de água e esgoto no país.


Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Desemprego no Reino Unido cai a 3,8% no trimestre até julho


A taxa de desemprego no Reino Unido caiu para 3,8% no período de três meses até julho, de 3,9% no trimestre até junho, voltando ao menor patamar desde 1974, segundo dados publicados hoje pelo Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês). O resultado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam manutenção da taxa em 3,9%.

A pesquisa do ONS também mostrou que os salários no Reino Unido, excluindo-se o pagamento de bônus, avançaram 3,8% na comparação anual do trimestre até julho.

Fonte: Agência IBGE

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Setor

01 - Queda de preço da gasolina no ES é maior que a diminuição do valor na média nacional


O preço da gasolina caiu quase 1,2% (1,185%) no Espírito Santo em comparação com as últimas quatro semanas. Os valores foram averiguados através de pesquisas da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A taxa é maior que a média nacional, que no mesmo período registrou diminuição de cerca de 0,65% (0,647).

A média de preços dos postos pesquisados no Estado registrou, de 11 a 18 de agosto, segundo a ANP, foi de R$ 4,556. Entre 18 e 24, R$ 4,553. Já na semana entre 25 e 31, o valor médio foi de R$ 4,510. E em setembro, de 1º a 7, R$ 4,502.

Na média nacional, entre 11 e 18 de agosto, a ANP registrou o preço de R$ 4,326. Na semana seguinte, de 18 a 24, o valor foi de R$ 4,320. De 25 a 31, R$ 4,303. Já em setembro, de 1º a 7, R$ 4,298.

Embora a queda tenha sido maior que a média nacional, o preço que chega ao consumidor, em média, é mais alto que o valor nacional, como citado anteriormente. Enquanto de 1º a 7 de setembro a quantia média no Brasil foi de R$ 4,298, no Espírito Santo foi de R$ 4,502. A diferença, nesse caso, é de 4,53% mais caro no Estado.

Brasil

Segundo a Agência Estado, o valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros recuou em 15 estados entre 1º e 7 de setembro, segundo informações da ANP, compilados pelo AE-Taxas. Houve alta em 10 estados e no Distrito Federal e estabilidade em Sergipe. Na média nacional, o preço médio caiu 0,12% na semana sobre a anterior, de R$ 4,303 para R$ 4,298. 

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina recuou 0,34%, de R$ 4,087 para R$ 4,073, em média. No Rio de Janeiro, o combustível caiu 1,45%, de R$ 4,836 para R$ 4,766, em média. Em Minas Gerais, o preço médio da gasolina recuou 0,20%, de R$ 4,561 para R$ 4,552 o litro.

Fonte: Folha Vitória

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