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Edição 10173 de 09/10/2019

Destaque

01 - Após três meses, gestão no BNDES é alvo de críticas


A transição do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) rumo a uma entidade financeira com maior ênfase na prestação de serviços a governos tende a ser demorada e pode não ter um amplo alcance em termos de clientes atingidos, na visão de técnicos e de ex-executivos do banco, além de especialistas em gestão pública ouvidos pelo Valor.

O atendimento a União, Estados e municípios em projetos de privatização, concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs) também não seria suficiente para remunerar a atual estrutura do BNDES, o que exige combinar essa atuação com a atividade bancária tradicional - os empréstimos - de modo a se buscar um “equilíbrio” que permita uma autonomia nessa nova fase do banco, dizem os especialistas.
A prestação de serviços para governos nas três esferas (União, Estados e municípios) foi apresentada como uma prioridade da nova administração do banco. Ao tomar posse como presidente do BNDES, em julho, Gustavo Montezano, apontou essa atividade como uma de suas metas. “Embora a tese seja válida, existe dificuldade de como implementá-la. Não se sai de um banco de crédito para um banco de serviços de hoje para amanhã”, disse ex-diretor do banco. “O rumo está certo, mas aumentar a escala dos serviços requer trabalho de médio e longo prazos.”

Dados do BNDES indicam que de janeiro a junho deste ano os setores de comércio e serviços representaram 10,2% dos desembolsos da instituição, que totalizaram R$ 25,1 bilhões no período. A área de infraestrutura teve a maior participação (45,5%), seguida por agropecuária (25,3%) e indústria (19%). Nas operações de financiamento, que são o carro-chefe do BNDES, a lógica da atual administração é não concorrer com o mercado privado de crédito. “Se for algo que o mercado privado consiga atender, não precisa o banco entrar”, disse fonte do BNDES.

Um executivo do banco projetou que neste ano os desembolsos da instituição devem ficar em R$ 50 bilhões, o que levará o BNDES a acelerar os empréstimos mais à frente. “A realidade se impõe”, avaliou. A nova administração indicou, desde o começo, que manterá a atuação na área de infraestrutura. Para Carlos Antonio.

Rocca, diretor do Centro de Estudos do Mercado de Capitais da Fipe (Cemec-Fipe), o BNDES pode dar uma contribuição para viabilizar investimentos em infraestrutura. E a participação do banco pode se dar não só do ponto de vista de financiamentos uma vez que investimentos no setor dependem de bons projetos e de segurança jurídica e regulatória, observou. Rocca também considerou que caberia ao BNDES desenvolver financiamentos de médio e longo prazos para empresas de menor porte.

Procurado, Montezano respondeu por escrito: “O banco, ao longo dos anos, se esqueceu de seu propósito final, que é ter menos crianças morrendo por falta de saneamento básico, é ter menos gente assaltada por falta de iluminação na rua, é ter mais gente na escola. Esse é o propósito do banco”. E acrescentou: “Além da ferramenta de crédito, estamos adicionando a ferramenta de serviço. No mundo, de 20 anos para cá, o mercado de capitais se desenvolveu muito. O próprio Brasil se desenvolveu muito com o mercado de capitais, temos taxas de juros e inflação baixas, e instrumentos financeiros que a gente antes não via. O diferencial não está no capital, está na sua capacidade de entender os mercados, na sua capacidade de entender o cliente. O banco não precisa competir com o privado, ele tem que atuar onde o privado não atua ainda e desenvolver este mercado”.
A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) vê com preocupação os rumos do BNDES. “Quando houver retomada do crescimento, o recurso do BNDES vai fazer falta”, disse Maria Cristina Zanella, gerente de competitividade da ABIMAQ. Ela disse que as vendas de máquinas e equipamentos são atreladas a financiamentos e que 70% das empresas do setor são pequenas e médias que não têm acesso ao mercado de capitais.

Montezano insistiu que o BNDES vai apoiar a modelagem de novos negócios como indutor do desenvolvimento. “O objetivo é facilitar o diálogo entre os setores público e privado e o sistema financeiro. Ligar as pontas onde elas não se fazem. Faremos projetos bem-sucedidos, sem desperdiçar recursos, com modelos mais rentáveis.

Essas duas ferramentas juntas, crédito e serviços, são muito poderosas para o mesmo objetivo. Por exemplo, a prioridade zero é saneamento. É um gargalo relevantíssimo para o Brasil. Temos um marco regulamentário em curso agora que vai fazer toda diferença e assim não vai faltar dinheiro.”

Eduardo Stranz, consultor da Confederação Nacional de Municípios (CNM), acredita que poucos municípios conseguirão ter acesso ao BNDES. “A lógica do atual governo se volta para as grandes cidades”, disse Stranz. Segundo ele, há somente 22 cidades no Brasil com mais de 1 milhão de habitantes, enquanto 4,3 mil cidades têm até 50 mil habitantes. “A grande maioria das cidades não tem condições de fazer operações com o BNDES. A iniciativa é louvável, mas ficará restrita às grandes cidades de algumas regiões metropolitanas.”.



Fonte: Jornal Valor Econômico

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02 - ABIMAQ promove o treinamento Desvendando a Nova NR-12, Atualizações da NR-12 Introduzidas pela Portaria 916 de 30/07/2019


Apresentar o texto da NR-12 após as alterações introduzidas pela Portaria n.° 916, de 30 de julho de 2019; comparar o texto atualizado com o anterior; descrever as peculiaridades das principais alterações técnicas e normativas trazidas pelo novo texto; estudar conceitos básicos de segurança aplicados à NR-12 e ressaltar a importância do conhecimento das Normas Técnicas Oficiais e das Internacionais aplicáveis. Essas abordagens compõem o conteúdo do curso "Desvendando a Nova NR-12, Atualizações da NR-12 Introduzidas pela Portaria 916 de 30/07/2019? da ABIMAQ.

O escopo é voltado para profissionais de segurança e saúde do trabalho, engenheiros, assessores jurídicos, gestores, consultores, assessores técnicos, professores, projetistas e demais profissionais que tenham interesse no desenvolvimento ou no aprofundamento de seus conhecimentos sobre a NR-12. O evento acontece dia 11 de outubro.

Entre os ministrantes está Sidney Peinado. Ele é formado em Engenharia Elétrica e Automação, e apresenta 40 anos de experiência. É ainda pós-graduado em SST na OIT- Organização Internacional do Trabalho em Turim (2012) e em Gestão Empresarial na ESPM. É docente em diversos cursos de entidades e instituições pelo Brasil.

Já o ministrante Marcelo Del Vecchio é formado em Eletrônica e Gestão Comercial e tem 33 anos de experiência em área fabril com foco em Projeto de máquinas, segurança de máquinas e equipamentos e automação de máquinas e processos.

Faz parte da equipe de ministrantes ainda, Ronaldo Gabriel dos Santos, que apresenta formação em Engenharia Elétrica e Automação e possui 28 anos em consultoria nos segmentos de máquinas, além de vivência como coach para projetistas de máquinas e equipamentos.

Conteúdo programático:

- Breve histórico da NR-12;
- Estrutura do texto da NR-12;
- A Instrução Normativa 129/2017 atualizada;
- A importância das Normas Técnicas na aplicação da NR-12;
- Principais alterações da NR-12 (Portaria 916 de 30/07/2019);
- Comparação do texto atualizado da NR-12 com o anterior;

- Alterações nos Anexos I, III e IV da NR-12.
"Desvendando a Nova NR-12, Atualizações da NR-12 Introduzidas pela Portaria 916 de 30/07/2019?
Data(s) e Horário(s):
11/10/2019 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: www.Abimaq.org.br/cursos


Fonte: Gazeta da Semana, Jornal Dia a Dia

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03 - Para diretor da ABPA, exportação de frango deve crescer cerca de 1% este ano


A exportação de carne de frango do Brasil deve crescer cerca de 1% este ano, de acordo com o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ariel Antônio Mendes, em entrevista coletiva após palestra no 19° Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial, realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), em São Paulo (SP).

Já as vendas ao exterior de carne suína devem subir entre 3% e 5%. A estimativa é menor do que a divulgada em agosto pela associação, de avanço entre 4% e 5% nas vendas ao exterior de carne de frango e 12% nas da proteína suína.

"Imaginávamos que chineses comprariam tudo", disse ele. "Isso não se confirmou. Chineses são muito habilidosos para negociar e sabem que, se começassem a comprar, inflacionariam preços. Eles tinham estoque, estratégia e também fizeram muito abate preventivo, portanto, não sentiram necessidade de importar. As previsões anteriores foram muito otimistas."

Mendes, no entanto, afirmou que a postura da China já está mudando: "Estão lançando mão mais forte de estoque estratégico e estão começando a importar peito de frango. Até recentemente era heresia falar isso, agora tivemos venda de peito de frango para a China."

De acordo com o diretor da ABPA, a China dificilmente conseguirá recuperar sua produção de suínos em menos de três anos. "Eles perderam muito material genético."

Fonte: O Estado de São Paulo, Brazil Modal

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Comércio Internacional

01 - Inflação mexicana anual desacelera a 3% e fica em linha com meta do BC


A taxa anual de inflação ao consumidor do México desacelerou de 3,16% em agosto para 3% em setembro, segundo dados publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi).

Como resultado, a inflação mexicana ficou em linha com a meta de uma taxa de 3% do Banco Central do México pela primeira vez em três anos.

Em relação a agosto, o chamado índice nacional de preços ao consumidor (INPC) subiu 0,26% em setembro, informou o Inegi. Considerando-se apenas a inflação subjacente, que exclui preços de energia e de produtos agrícolas, o INPC avançou 0,30% em setembro ante agosto e mostrou variação anual de 3,75%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - China está aberta a acordo comercial parcial apesar de lista de sanções, diz Bloomberg


A China ainda está aberta a fechar um acordo comercial parcial com os Estados Unidos, informou a Bloomberg nesta quarta-feira, citando uma autoridade com conhecimento direto das negociações, apesar da recente lista de sanções a empresas de tecnologia chinesas.

O governo dos EUA ampliou sua lista de sanções comerciais para incluir algumas das principais startups de inteligência artificial da China, punindo Pequim por seu tratamento às minorias muçulmanas e ampliando as tensões antes de negociações de alto nível em Washington nesta semana. Negociadores a caminho de Washington para as negociações não estão otimistas sobre o fechamento de um amplo acordo para acabar com a guerra comercial entre os dois países, informou a Bloomberg.

Fonte: Reuters

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Conjuntura

01 - IPCA de setembro cai 0,04% ante alta de 0,11% em agosto, revela IBGE


O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou deflação de 0,04% em setembro, ante um avanço de 0,11% em agosto, informou nesta quarta-feira, 9, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado veio no piso do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que previam desde uma queda de 0,04% a um avanço de 0,18%, com mediana positiva de 0,02%. A taxa acumulada pela inflação no ano foi de 2,63%. O IPCA em 12 meses ficou em 2,92%, abaixo da mediana das projeções dos analistas - intervalo de 2,89% a 3,20%, com mediana de 2,97%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - FGV: IPC-S desacelera em 3 de 7 capitais avaliadas na 1ª quadrissemana de outubro


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou em três das sete capitais pesquisadas na primeira quadrissemana de outubro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira, 9. No período, o indicador permaneceu estável, com variação de 0% frente à última medição de setembro.

Apresentaram redução nas taxas de variação Salvador (0,41% para 0,29%), Recife (0,08% para -0,01%) e Rio de Janeiro (-0,09% para -0,15%). Por outro lado, outras quatro capitais registraram leve aceleração nas suas taxas: Brasília (0,02% para 0,06%), Belo Horizonte (-0,04% para 0,07%), Porto Alegre (0,00% para 0,03%) e São Paulo (-0,10% para -0,05%).

Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Alta de 2,6% na indústria de SP quase recupera perda acumulada, diz IBGE


A alta de 2,6% na indústria paulista em agosto ante julho quase eliminou a perda de 2,9% acumulada nos três meses anteriores de recuos consecutivos, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

São Paulo deu a maior contribuição positiva para a alta de 0,8% na média global da indústria brasileira em agosto ante julho. A produção paulista foi impulsionada pelo bom desempenho do segmento alimentício, especialmente pela maior fabricação de açúcar, apontou Bernardo Almeida, analista da Coordenação de Indústria do IBGE.

“Está chegando no pico da safra de cana-de-açúcar”, disse Almeida. “(A alta de 2,6% na indústria em agosto) É a taxa mais intensa para São Paulo desde junho de 2018, quando cresceu 15,0% lembrando que foi mês de recuperação pós-greve de caminhoneiros”, completou.

Com o resultado, a indústria paulista operava em agosto 19,6% abaixo do pico de produção alcançado em março de 2011. Em julho, essa distância do ápice de produção era maior, de 22,4%.

A segunda maior contribuição para o total a indústria em agosto ante julho foi do Pará, com avanço de 6,8% na produção, puxado pela retomada do setor extrativo após a tragédia do rompimento da barragem da Vale na região de Brumadinho, em Minas Gerais.

Em quatro meses de avanços (de maio a agosto), a produção industrial no Pará acumulou uma alta de 83,2%. De fevereiro a abril, a indústria local tinha recuado 40,2%, sob os efeitos decorrentes da tragédia e de paralisações devido ao excesso de chuvas na região no mês de abril.
“Outras plantas produtivas (extrativas) que existem em Minas Gerais, Pará e Espírito Santo, devido a questões de segurança, foram paralisadas (em consequência do rompimento de Brumadinho) até a normalização de medidas de segurança”, explicou Almeida.

Passado o período de retração na produção, a indústria do Pará já está 9,6% acima do patamar de janeiro, período anterior à tragédia de Brumadinho.
“A indústria (paraense) já recuperou aquele patamar de perda. O patamar que ela tem agora em agosto é bem superior ao patamar que tinha em janeiro”, confirmou André Macedo, gerente na Coordenação de Indústria do IBGE.

Na comparação de agosto de 2019 com agosto de 2018, a indústria do Pará cresceu 12,8%, enquanto São Paulo avançou 0,7%.

O parque industrial paulista registrou crescimento em sete das 18 atividades pesquisadas. O destaque mais uma vez foi a produção de alimentos – principalmente açúcar e sucos concentrados de laranja -, seguido por derivados de petróleo e máquinas e equipamentos. Por outro lado, a menor fabricação de veículos diminuiu a média local.

“A taxa (negativa) de veículos automotores joga no sentido contrário”, apontou André Macedo. “Embora melhore em relação ao mês anterior – em julho você tem um número bem mais reduzido de atividades em crescimento, apenas três -, claro que é um sinal positivo, é indústria de transformação. Mas sempre com aquela ressalva de que é um crescimento que está muito concentrado”, ponderou Macedo.


Fonte: DCI

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Setor

01 - Preços do etanol e da gasolina apresentam leve queda no Rio Grande do Sul


Os preços médios da gasolina apresentaram leve queda no Rio Grande do Sul na semana passada, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta segunda-feira. Na média dos 362 postos pesquisados, houve redução de R$ 0,010 no valor ante o período anterior, passando de R$ 4,436 para R$ 4,426. O menor preço encontrado para o combustível foi de R$ 3,990 – em Passo Fundo – e o máximo de R$ 5,239, em Bagé.

Em Porto Alegre, o valor médio caiu de R$ 4,372 para R$ 4,340. O posto com menor preço oferecia gasolina ao consumidor por R$ 4,219, já o local com mais caro tinha preço a R$ 4,426, acima da média estadual.

Já o etanol voltou a apresentar queda após uma semana de aumento: a substância orgânica recuou de R$ 3,982 para R$3,968. O menor valor encontrado foi de R$  3,679 e o maior R$ 4,949; foram pesquisados 163 postos. Apesar da baixa, o preço médio no RS foi o maior do País.

Gasolina sobe em 17 Estados e no DF

O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros subiu em 17 Estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da ANP. Houve queda em nove outras unidades da Federação. Na média nacional, o preço médio avançou 0,11% na semana sobre a anterior, de R$ 4,368 para R$ 4,373.

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,34%, de R$ 4,116 para R$ 4,130, em média. No Rio de Janeiro, o combustível recuou 0,27%, de R$ 4,832 para R$ 4,819, em média. Em Minas Gerais, houve alta no preço médio da gasolina de 0,30%, de R$ 4,639 para R$ 4,653 o litro.

Os preços médios do etanol continuaram vantajosos ante os da gasolina em Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Paraná, todos grandes produtores do biocombustível. O levantamento considera que o etanol de cana ou de milho, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso. 

Em Mato Grosso, o hidratado é vendido, em média, por 58,70% do preço da gasolina, em Goiás a 65,33% e em Minas Gerais a 62,86%. Em São Paulo, a paridade ficou em 64,29% e no Paraná em 69,01%. Na média dos postos pesquisados no País, a paridade é de 65,701% entre os preços médios de etanol e gasolina, também favorável ao biocombustível. A gasolina é mais vantajosa no Amapá, com a paridade de 90,88% para o preço do etanol.


Fonte: Correio do Povo

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