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Edição 10189 de 02/12/2019

Destaque

01 - Cresce o consumo de máquinas e equipamentos no País


O consumo aparente (produção + importação - exportação) de máquinas e equipamentos segue registrando alta no ano de 2019. O balanço do setor referente ao mês de outubro, divulgado pela ABIMAQ na semana passada, mostra uma elevação de 21,5% em relação ao mês de setembro e de 33,7%, quando comparado ao mesmo mês do ano passado. No acumulado do ano, o aumento é de 15,9%.

Segundo a ABIMAQ, as importações respondem por parte importante deste aumento. Neste ano, as máquinas e equipamentos importados ampliaram sua participação no mercado doméstico em 3 pontos percentuais, saltando de 60% em 2018 para 63%.

No mês de outubro, as importações cresceram 31,9% na comparação com setembro e 39,7¨em relação a outbro de 2018. No ano, o aumento já soma 21,9%. Segundo a ABIMAQ, "parte da explicação para este movimento está nas alterações legais decorrente do Repetro-Sped (novo regime aduaneiro que dá tratamento tributário específico aos investimentos feitos no setor de óleo e gás), que proporcionaram mudanças na propriedade dos equipamentos de pesquisa e exploração de petróleo e gás - de subsidiárias localizadas no exterior par empresas sediadas no Brasil".

Ainda segundo a entidade, o crescimento das importações - que teve início em maio de 2019 - é sustentado principalmente pelas aquisições de componentes para geração de energia, válvulas, tubulações, equipamentos de sondagem e exploração de óleo e gás.

No caso das exportações, o movimento é de queda. Em outubro, as vendas externas caíram tanto em relação a setembro de 2019 (- 11%), como sobre outubro de 2018 (- 21,1%). De janeiro a outubro, as exportações caíram 6,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.

A receita líquida do setor ficou estável em outubro, mas na comparação com o mesmo mês do ano anterior cresceu 1,9%. O melhor desempenho das vendas, segundo a ABIMAQ, continua puxado pelas vendas internas: "No ano, as vendas de máquinas e equipamentos acumulam crescimento de 1,4%, um desempenho novamente sustentado pelo mercado doméstico (+7,7%)".

A entidade destaca ainda que a melhora na venda de máquinas e equipamentos sob encomenda, em especial para os setores de celulose e mineração, foi o fator preponderante para este crescimento no mercado doméstico.

Fonte: Usinagem Brasil

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02 - Feimec 2020 já está com 95% do espaço vendido


Cinco meses antes de sua realização, a Feimec 2020 - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos já está com 95% de sua área de exposição comercializada. De acordo com a Informa Markets, promotora do evento, este número é ainda mais relevante quando se leva em conta que a edição de 2020 será 20% maior que a última edição, em 2018, e vai ocupar 62 mil m² do São Paulo Expo.

O evento irá reunir 1.000 marcas, de 40 países, de máquinas e equipamentos, automação, controle e medição, ferramentas e dispositivos, solda e tratamento de superfícies, máquinas-ferramenta, válvulas, bombas, compressores, motores, redutores, acionamento e muitos outros segmentos ligados à cadeia de fornecimento da indústria, além de prestadores de serviço e agências de fomento. São esperados 65 mil visitantes compradores e profissionais (30% a mais que em 2018), do Brasil e do exterior.

Segundo os organizadores, "a Feimec 2020 tem papel preponderante no fortalecimento da indústria e sua realização coincide com um importante momento da retomada da confiança dos empresários brasileiros e estrangeiros no País". Acrescentando que "medidas importantes, como a aprovação da Reforma da Previdência, o andamento da almejada Reforma Tributária e medidas pontuais do governo para desburocratizar a atividade da iniciativa privada já começam a dar resultados imediatos e projetam um ambiente econômico ainda mais promissor em 2020".

Conteúdo - Além dos negócios, a Feimec reafirma seu papel de instrumento para o fortalecimento da indústria por meio um conteúdo exclusivo com as últimas tendências sobre gestão, inovação e tecnologia para a indústria de máquinas e equipamentos.

Já estão confirmados os seguintes eventos integrados:

Demonstrador de Tecnologias da Indústria 4.0 - Em sua quinta edição, o demonstrador aproxima indústrias de todos os portes das modernas tecnologias envolvidas na Indústria 4.0. O espaço tem como objetivo principal apresentar soluções da Indústria 4.0 acessíveis à indústria em geral e que permitem diversos benefícios na produção.

Roadshow VDI - Organizado pela VDI Brasil (Associação de Engenheiros Brasil - Alemanha) e voltado para tomadores de decisão com autonomia para implementação de projetos, o evento tem como objetivo demonstrar os benefícios da aplicação de boas práticas alemãs para a indústria no Brasil.

Parque de Ideias - Espaço onde o conhecimento é o maior objetivo, aproxima ainda mais as universidades e o setor produtivo, fator preponderante para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social dos países industrializados. Conta com a participação das maiores instituições de ensino do Brasil para apresentar seus projetos de inovação e ministrar palestras sobre tecnologia e gestão.

A programação, bem como outros eventos integrados, será divulgada em breve.

FEIMEC - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos
Data: de 5 a 9 de maio de 2020; de 3ª a 6ª das 10h às 19h e sábado das 9h às 17h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Iniciativa: ABIMAQ
Promoção e organização: Informa Markets
Patrocínio Oficial: Romi
Maiores informações: www.feimec.com.br

Fonte: Usinagem Brasil)

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03 - Indústria de bens de capital vai fechar o ano com crescimento de 1,6%


A indústria de bens de capital mecânicos deverá fechar o ano de 2019 com crescimento de 1,6% em comparação ao ano anterior, segundo projeção da ABIMAQ, divulgada no dia 26 de novembro, quando foram apresentados os dados setoriais do mês de outubro. A expectativa para 2020 é de expansão de 3,2% a 3,5%, levando em conta um cenário em que a taxa básica de juros varie entre 4,5% a 5%, a inflação entre 3,2% e 3,4% e o produto interno bruto aumente entre 1,8% e 2%.

No mês outubro, o setor obteve a receita líquida total de R$ 7.640,40 milhões, estável em relação ao mês de setembro e 1,9% maior que o mesmo mês de 2018. No acumulado do ano até outubro, a receita foi de R$ 69.250,55 milhões, 1,4% maior que no mesmo período de 2019.

Novamente o desempenho foi puxado pelas vendas no mercado interno. As exportações no mês de outubro no total de US$ 656,41 milhões foram 11% menores que no mês anterior e 21,1% inferiores ao do mesmo mês de 2018. No acumulado do ano até outubro, as exportações somaram US$ 7.496,30 milhões, 6,3% abaixo do observado no mesmo período de 2018.

A receita líquida interna no mês de outubro foi de R$ 4.957,68 milhões. Isso reflete crescimento de 7,9% em relação ao mês de setembro e 18,1% a mais que no mesmo mês de 2019. No acumulado até outubro a receita foi de R$ 39.671,17 milhões, 7,7% a mais que no mesmo período do ano anterior.

De acordo com a ABIMAQ, o crescimento das vendas no mercado doméstico no mês de outubro deve-se principalmente aos bens sob encomenda, destinados para os setores de celulose e mineração.

O consumo aparente no mês de outubro, no valor de R$ 14.073,78 milhões, foi 21,5% superior ao do mês anterior e 33,7% maior que no mês de outubro de 2018. De janeiro a outubro, o consumo aparente somou R$ 107.243,48 milhões, o que indica o crescimento de 15,9% sobre o mesmo período de 2018.

COMÉRCIO EXTERIOR - As exportações do setor de bens de capital mecânicos recuaram, apesar do câmbio favorável (cerca de R$ 4 por dólar), devido ao cenário econômico internacional, que dificulta o aumento das vendas para países da América Latina, alguns países da Europa e China.

De acordo com as estatísticas da ABIMAQ, a redução houve nas exportações em praticamente todos os setores fabricantes de máquinas e equipamentos. Um destaque positivo foi o crescimento nas vendas externas de componentes, que aumentaram 8,2% em outubro e passaram a representar 17,7% das exportações setoriais. No mês de outubro, as exportações os setores de máquinas para a indústria de transformação aumentaram 38,6% e passaram a representar 7% das exportações; as de máquinas para bens de consumo cresceram 2,7% e passaram a representar 6,2% das exportações setoriais; e as de máquinas para infraestrutura e indústria de base aumentaram 8,7%, passando a representar 10,6% das exportações setoriais.

Houve queda acentuada nas exportações destinadas à Argentina (-36%); ao Paraguai (-27%) e para o Chile (-10%). Reduções nas exportações para o México, Colômbia, Bolívia, Equador e Uruguai também foram observadas. No período de janeiro a outubro de 2018, as exportações para os países latino-americanos caíram 6,3% na comparação com o mesmo período de 2018.

As exportações para a Europa também recuaram fortemente (30,7%). Para a Alemanha houve queda de 10,7% e para a Holanda, a queda foi de 29,5%.

As exportações para os EUA ficaram praticamente estáveis em outubro, depois da queda de 11% de agosto para setembro. No acumulado do ano, as exportações para os EUA, no valor de US$ 2.396 milhões, são 22,4% maiores que no mesmo período de 2018.

As importações no mês de outubro somaram US$ 1.956,59 milhões, o que representa um aumento de 31,9% na comparação com o mês de setembro e 39,7% em relação ao mesmo mês de 2018. No ano, as importações no valor de US$ 14.967,62 milhões são 21% superiores às do mesmo período do ano anterior.

Conforme a ABIMAQ, o aumento das importações se deve em grande parte às alterações legais decorrentes do Repetro-Sped, que proporcionaram mudanças na propriedade dos equipamentos de pesquisa e exploração de petróleo e gás natural de subsidiárias localizadas no exterior para empresas sediadas no Brasil.

O crescimento, que teve início em maio de 2019, é sustentado principalmente pelas aquisições de componentes para geração de energia, válvulas, tubulações, equipamentos de sondagem e exploração de óleo e gás.

Em outubro, o crescimento nas importações foi observado em quase todos os setores. Destacaram-se quatro produtos industriais, que contribuíram com incremento de US$ 434 milhões, ou 90% do crescimento verificado.

No ano, com exceção do setor de bens de consumo, houve crescimento das importações para todas as atividades produtivas. O destaque foi o forte crescimento nas importações de componentes, que saltou de US$ 3,6 bilhões para US$ 5,1 bilhões, um crescimento de 42% no período de janeiro a outubro. Boa parte desse crescimento se deve às modificações no Repetro-Sped.

Houve também crescimento destacado no setor de mineração, cujas importações passaram de US$ 200 milhões para US$ 860 milhões de janeiro a outubro de 2019.

CARTEIRA DE PEDIDOS - No mês de outubro a utilização da capacidade instalada sofreu uma ligeira queda de 0,7% e chegou a 75,5%. A carteira de pedidos, porém, registrou aumento de 14,1% em relação a setembro e de 2,3% na comparação com o mesmo mês de 2018, sinalizando melhora as encomendas de bens não seriados.

Em outubro de 2019, o setor de máquinas e equipamento registrou queda de 0,4% no número de pessoas empregadas. Porém, em relação a dezembro de 2018, o número de empregos no setor cresceu 1,8%, totalizando 306.310 pessoas. Isso significa que a indústria setorial contratou 6 mil pessoas em 2019.

Fonte: IPESI

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Comércio Internacional

01 - PMI industrial da zona do euro sobe a 46,9 em novembro, maior patamar em 3 meses


O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) industrial da zona do euro subiu de 45,9 em outubro para 46,9 em novembro, atingindo o maior patamar em três meses, segundo pesquisa final divulgada hoje pela IHS Markit. A leitura abaixo de 50 marcou contração na manufatura do bloco pelo décimo mês consecutivo.

O resultado final, no entanto, ficou acima da prévia de novembro e da previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de 46,6 em ambos os casos.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - IPCA para 2019 sobe de 3,46% para 3,52%, aponta Focus


Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA - o índice oficial de preços - em 2019. O Relatório de Mercado Focus divulgado nesta segunda-feira, 2, pelo Banco Central (BC), mostra que a mediana para o IPCA este ano foi de alta de 3,46% para 3,52%. Há um mês, estava em 3,29%. A projeção para o índice em 2020 permaneceu em 3,60%. Quatro semanas atrás, estava no mesmo patamar.

O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2021, que seguiu em 3,75%. No caso de 2022, a expectativa permaneceu em 3,50%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,75% e 3,50%, respectivamente.

A projeção dos economistas para a inflação está abaixo do centro da meta de 2019, de 4,25%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,75% a 5,75%). Para 2020, a meta é de 4%, com margem de 1,5 ponto (de 2,50% a 5,50%). No caso de 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). Já a meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%).No início deste mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA subiu 0,10% em outubro. No ano, a taxa acumulada é de 2,60% e, em 12 meses até outubro, de 2,54%.Em outubro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC atualizou suas projeções mais recentes para a inflação. Considerando o cenário de mercado, a projeção para o IPCA em 2019 está em 3,4%. No caso de 2020, está em 3,6% e, para 2021, em 3,5%.No Focus agora divulgado, entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2019 foi de 3,50% para 3,72%. Para 2020, a estimativa do Top 5 permaneceu em 3,55%. Quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,30% e 3,55%, nesta ordem.

No caso de 2021, a mediana do IPCA no Top 5 seguiu em 3,70%, ante 3,75% de um mês atrás. A projeção para 2022 no Top 5 permaneceu em 3,50% , igual a quatro semanas antes. Últimos 5 dias úteisA projeção mediana para o IPCA de 2019 atualizada com base nos últimos 5 dias úteis foi de 3,50% para 3,61%. Houve 40 respostas para esta projeção no período. Há um mês, o porcentual calculado estava em 3,28%.No caso de 2020, a projeção do IPCA dos últimos 5 dias úteis foi de 3,57% para 3,60%. Há um mês, estava 3,52%. A atualização no Focus foi feita por 40 instituições.

Outros meses

Os economistas do mercado financeiro alteraram a previsão para o IPCA em novembro de 2019, de alta de 0,41% para 0,43%. Um mês antes, o porcentual projetado indicava inflação de 0,35%.

Para dezembro, a projeção no Focus foi de alta de 0,41% para 0,48% e, para janeiro, seguiu em alta de 0,39%. Há um mês, os porcentuais de alta eram de 0,35% e 0,39%, respectivamente. No Focus divulgado nesta segunda-feira, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 3,68% para 3,67% de uma semana para outra - há um mês, estava em 3,58%.

Preços administrados O Relatório de Mercado Focus indicou também alteração na projeção para os preços administrados em 2019. A mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador este ano foi de alta de 5,05% para 5,07%. Para 2020, a mediana seguiu em alta de 4,00%. Há um mês, o mercado projetava aumento de 4,69% para os preços administrados em 2019 e elevação de 4,10% em 2020.As projeções atuais do BC para os preços administrados, no cenário de mercado, indicam elevações de 5,2% em 2019 e 4,0% em 2020.IGP-MO relatório do Banco Central, mostrou, por fim, que a mediana das projeções do IGP-M de 2019 passou de 5,41% para 5,52%. Há um mês, estava em 5,53%. No caso de 2020, o IGP-M projetado foi de alta de 4,08% para 4,07%, ante 4,07% de quatro semanas antes.

Calculados pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os Índices Gerais de Preços (IGPs) são bastante afetados pelo desempenho do câmbio e pelos produtos de atacado, em especial os agrícolas.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Preços na indústria extrativa e de transformação sobem 3,65% no ano


Os preços dos produtos das indústrias extrativas e de transformação aumentaram 0,64% em outubro na comparação com setembro. É o terceiro mês consecutivo com variação positiva, segundo o Índice de Preços ao Produtor (IPP), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento acumulado no ano é de 3,65%.

No IPP é medida a evolução dos preços de produtos na porta da fábrica, sem impostos e fretes. O levantamento é feito com a indústria extrativa e com 23 setores da indústria de transformação. Em outubro, 15 de 24 setores apresentaram variações positivas de preços. Em setembro, 17 haviam registrado alta de preços.

Os maiores aumentos em outubro ocorreram no refino de petróleo e produtos de álcool, de 4,04%, e na indústria de alimentos, 2,12%. As maiores quedas foram registradas nas indústrias extrativas, de 4,76%, e de papel e celulose, 1,89%.

No acumulado dos últimos 12 meses, a variação de preços foi de 0,37%. As quatro maiores variações nesse período ocorreram em outros produtos químicos, queda de 11,99%; papel e celulose queda de 11,37%; farmacêutica, alta de 11,02%, e outros equipamentos de transporte, alta de 9,08%.

Fonte: Panorama Farmacêutico

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Setor

01 - A gasolina está mais cara em Criciúma; Portal Engeplus foi pesquisar


Depois do anúncio do aumento do preço da gasolina nas refinarias feito pela Petrobrás na última semana, o acréscimo já foi repassado ao consumidor. Até a última quarta-feira, dia 27, o litro da gasolina comum era encontrado na maioria dos postos de Criciúma pelo valor de R$ 4,19 e o de gasolina aditivada por R$ 4,29. Agora, na maioria dos postos, a gasolina comum é encontrada pelo valor de R$ 4,29 por litro e a aditivada R$ 4,39 por litro. Foi essa a conclusão feita pela reportagem do Portal Engeplus, que visitou 15 estabelecimentos em Criciúma neste domingo, dia 1º, para fazer uma pesquisa sobre o preço da gasolina. 

Dos locais pesquisados, 14 deles estão cobrando R$ 4,29 o litro da gasolina comum. O único preço diferente ficou para um posto localizado no Centro de Criciúma, que também foi o valor mais baixo da gasolina comum encontrado pela reportagem, custando R$ 4,24 o litro. Já para a gasolina aditivada, houve maior variação. O Portal Engeplus encontrou seis preços diferentes para litro do combustível, com o custo menor de R$ 4,29 e o maior para R$ 4,42. 

A reportagem conversou ainda com gerentes de alguns dos estabelecimentos e a expectativa deles é de que o preço da gasolina deve sofrer um novo reajuste, ficando mais caro, nos próximos dias. 

Fonte: Engeplus

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