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Edição 10196 de 10/12/2019

Destaque

01 - ABIMAQ na Jovem Pan – Pan News


O presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, concedeu entrevista para rádio Jovem Pan durante almoço de confraternização da associação.

Fonte: Jovem Pan

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01 - Indicador de desemprego (ICD) avança 3,1 pontos em novembro ante outubro, diz FGV


O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) subiu 2,6 pontos na passagem de outubro para novembro, para 88,4 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira, 10. Em médias móveis trimestrais, o indicador avançou 0,5 ponto.

"O Indicador Antecedente de Emprego voltou a avançar em novembro recuperando a queda observada em outubro. Contudo, a virtual estabilidade do indicador em médias móveis trimestrais, pelo segundo mês consecutivo, reforça o cenário de dificuldades de avanços mais expressivos do mercado de trabalho, sugerindo continuidade da recuperação em ritmo gradual", avaliou Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) aumentou 3,1 pontos em novembro ante outubro, para 96,1 pontos. Em médias móveis trimestrais, o indicador subiu 0,9 ponto. "Depois de cinco meses, o ICD voltou a ficar acima dos 95 pontos. O patamar elevado do indicador e a piora observada em novembro sugerem que ainda há um longo caminho para reduções em ritmo mais forte da taxa de desemprego", completou Rodolpho Tobler.

O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto maior o número, pior o resultado. Já o IAEmp sugere expectativa de geração de vagas adiante, quanto maior o patamar, mais satisfatório o resultado.

O ICD é construído a partir dos dados desagregados, em quatro classes de renda familiar, da pergunta da Sondagem do Consumidor que procura captar a percepção sobre a situação presente do mercado de trabalho. O IAEmp é formado por uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, todas apuradas pela FGV. O objetivo é antecipar os rumos do mercado de trabalho no País.

No IAEmp, seis dos sete componentes contribuíram positivamente para o resultado de novembro, com destaque para a Tendência dos Negócios da Indústria, que subiu 6,4 pontos. No ICD, o avanço foi puxado pelas duas classes de renda familiar intermediárias: famílias com renda mensal entre R$ 2.100.00 e R$ 4.800.00 (7,4 pontos) e entre R$ 4.800.00 e R$ 9.600.00 (6,0 pontos).

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - Para ABIMAQ, PIB deve crescer 2,5% no próximo ano


O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deverá crescer 2,5% no ano que vem, previu nesta segunda-feira, 9, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Carlos Marchesan. A ABIMAQ realizou nesta data seu almoço de confraternização de final de ano.

A indústria, de uma maneira geral, de acordo com o executivo, vai crescer de 3,5% a 5%, focada muito no mercado interno, uma vez que as exportações, embora devam melhorar, seguirão o desempenho menos pujante da economia mundial.

"Então estamos achando que 2020 será o ano da retomada econômica e sustentada por tudo o que está acontecendo. Vamos crescer pelo investimento e não pelo consumo, o que quer dizer que não teremos mais um crescimento de voo de galinha", disse o presidente da ABIMAQ.

Para Marchesan, além de tudo o que está sendo feito, é preciso que se faça a reforma administrativa e a política, "para que tenhamos uma País mais arejado e modernizado", podendo ser mais competitivos. "Um país só se recupera com crescimento porque a maior dignidade que se pode dar para um ser humano é uma carteira de trabalho assinada", disse.

Selic e Câmbio

Marchesan prevê mais um corte da Selic, em 0,5 ponto porcentual, no Copom de quarta-feira, 11. Com relação ao câmbio, o presidente da ABIMAQ disse que se trata de um dólar "industrializante", embora ainda não seja o câmbio que ele considera o ideal. "Poderia estar um pouco mais desvalorizado, porque hoje o câmbio não é mais inflacionário", disse.
Ele lembrou que nos últimos 35 anos as equipes econômicas apreciavam a moeda brasileira para conter a inflação. "Era errado. Hoje nós temos uma inflação baixa e um câmbio normal, porque no momento em que se baixou o juro, os grandes especuladores que vinham arbitrar a diferença da moeda foram embora", disse.

Fonte: Agência Estado, DCI, Época Negócio, ISTOÉ, ISTOÉ Dinheiro, UOL – ECONOMIA, A crítica de Campo Grande-MS, Bem Paraná, CGN, Correio Popular, Diário de Notícias, Diário do Grande ABC, Estado de Minas, Fasternet,

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03 - ABIMAQ pede ao governo mais recursos para as linhas de crédito de máquinas e implementos


A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) pediu para a ministra da Agricultura, Tereza Cristina uma verba adicional de R$ 3 bilhões para o Moderfrota, principal linha de crédito para a compra de tratores e colheitadeiras do país, e de R$ 1 bilhão para o Pronaf Investimento, que financia equipamentos menores. Em documento entregue à ministra, a associação também reivindica R$ 750 milhões para o Moderagro, R$ 450 milhões para o Moderinfra e R$ 750 milhões para o Inovagro, outras linhas que fazem parte do Plano Safra.

Para o Moderfrota, o Plano Safra 2019/20 prevê R$ 9,6 bilhões, a juros de 8,5% a 10,5%, enquanto na safra anterior os recursos somaram R$ 8,9 bilhões. A liberação de recursos adicionais para o financiamento de máquinas e implementos agrícolas vai ser discutida em um almoço com o presidente Jair Bolsonaro, na quarta-feira, e no dia seguinte com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“A industria já apresentou neste ano uma queda de 10% em receita nas vendas, quando nossa expectativa inicial era de crescimento de 10%”, afirmou João Carlos Marchezan, presidente do conselho de administração da ABIMAQ. Em outubro, a projeção para 2019 foi revisada para um crescimento de 1% a 2%.

Ele afirma que as linhas de crédito com juros menores, como PCA, Pronaf e Moderagro, já se esgotaram. “O Moderfrota a juros de 8,5% deve acabar em fevereiro. A linha de 10,5% ainda tem dinheiro, mas ninguém está tomando esse recurso”, afirmou. “Este ano tinha tudo para ser um ano positivo na indústria de máquinas agrícolas, mas em função de ter faltado dinheiro para financiamento já no fim de abril, chegamos na Agrishow [evento em Ribeirão Preto] sem dinheiro. Isso só foi se resolver com o Plano Safra novo, em julho, mas ele veio com taxas mais altas. O agricultor deixou de investir, porque esse patamar de juros não cabe no negócio dele”.

Fonte: Valor Econômico, portos e Navios

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04 - O que o Brasil teria a perder com um afastamento da Argentina?


As trocas de farpas entre Bolsonaro e o presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, ganharam um novo capítulo no último fim de semana, quando o governo brasileiro informou que não enviaria representante à posse, marcada para esta terça (10/12).

Em novembro, Bolsonaro havia decidido que seria representado pelo ministro da Cidadania, Osmar Terra. Neste domingo (08/12), chegou a informar que o Brasil não estaria presente na solenidade. No fim da tarde de segunda voltou atrás e afirmou que enviaria o vice, Hamilton Mourão.

A última vez que um presidente brasileiro não esteve na posse de um presidente argentino foi em 2002, quando o país, que ainda digeria a crise de 2001, trocou de presidente pela quinta vez desde a renúncia de Fernando de la Rúa. Eduardo Duhalde assumiu poucos minutos depois de ser eleito pela Assembleia Legislativa.

Parte dos analistas econômicos e representantes de setores exportadores brasileiros não acreditam que o clima de animosidade entre os dois políticos, que começou ainda antes das eleições argentinas, terá desdobramentos práticos. A avaliação é de que, como os dois países são bastante interdependentes - e diante da desaceleração da economia global -, o pragmatismo falará mais alto.

Mas quais consequências práticas que um eventual afastamento da Argentina teria para o Brasil?

O setor que mais sofreria caso houvesse um estremecimento das relações bilaterais seria a indústria.

A Argentina é o principal destino das exportações de produtos manufaturados brasileiros e o terceiro se contabilizados todos os produtos.

Enquanto o Brasil exporta muita soja e minério para a China e para os EUA, por exemplo, vende para o vizinho itens de maior valor agregado, que vão desde calçados e automóveis a máquinas e peças.

Ele é o principal parceiro comercial da Argentina, respondendo por 27% de todas as importações do país (dados de 2017). A China fica em segundo lugar, com 19%.

Desde a criação do Mercosul, em 1991, a indústria dos dois países tem ficado mais integrada. Isso fica mais claro quando se olha no detalhe a composição das exportações brasileiras para a Argentina.

Um estudo conduzido pelas economistas Mayara Santiago e Luana Miranda, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), mostrou que 58% de tudo o que é vendido para o parceiro são bens intermediários.

Ou seja, são motores, peças e outros manufaturados que são usados pela indústria argentina, que vão compor produtos acabados feitos no país.

Assim, em um cenário de distanciamento entre os dois países, a Argentina também seria prejudicada, já que poderia perder fornecedores importantes para sua indústria.
"Manter uma boa relação é benéfico para os dois lados", pondera Mayara Santiago.

O impacto da atual crise argentina sobre o setor no Brasil também dá dimensão dessa interdependência. Ainda de acordo com o estudo das economistas do Ibre-FGV, a recessão da Argentina tirou 0,2 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2018.

Ou seja, sem o "choque argentino", a economia brasileira teria crescido 1,3% em vez de 1,1% (o estudo foi feito antes da revisão do PIB de 2018 pelo IBGE, que alterou o dado do ano passado para 1,3%).

Para 2019, a projeção é de que esse impacto negativo seja ainda pior, de 0,5 ponto percentual.

Este será, aliás, o primeiro ano desde 2003 que a balança comercial do Brasil com a Argentina vai ficar no vermelho. Entre janeiro e novembro, o saldo é negativo em US$ 641,8 milhões.

A redução das exportações para o vizinho, acrescenta a economista, tem ainda um "efeito transbordamento" importante, que vai além da indústria e afeta o comércio e os serviços. Uma máquina que deixa de ser exportada, por exemplo, significa menos um frete, menos volume de trabalho no escritório de representação comercial e por aí vai.

A recuperação da demanda interna pode atenuar o "efeito Argentina" em 2020, afirma Mayara, e compensar a queda nas vendas para o vizinho.

Ainda assim, a manutenção da boa relação do Brasil com seus parceiros comerciais se mantém uma variável importante, já que a indústria como um todo vem perdendo espaço na economia. Para o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), o país passa por um dos mais graves casos de "desindustrialização prematura" do mundo.

Um estudo divulgado pela entidade em agosto mostrou que, enquanto o setor industrial perdeu 36,1% de peso no PIB global entre 1980 e 2018, no Brasil o recuo foi de 58,6% no mesmo período.

Para o economista Guillermo Tolosa, analista da Oxford Economics, o discurso muitas vezes agressivo de ambos os lados tem o objetivo principal de agradar as respectivas bases eleitorais de Bolsonaro e de Alberto Fernández.

Enquanto o presidente brasileiro se define como um político conservador e liberal, o colega argentino é um veterano do peronismo - movimento que, apesar de agregar os mais diferentes matizes ideológicos, lançou os principais nomes da esquerda que chegaram à Casa Rosada, como Néstor e Cristina Kirchner.

Ele vê as trocas de farpas como naturais. A expectativa, entretanto, é que elas se mantenham na esfera da política e não tenham grandes desdobramentos práticos.

"O incentivo para se colocar barreiras de comércio não existe, de um lado e de outro", avalia. "Não faz sentido se autoinfligir 'mais dor' (além daquela causada pela recessão argentina) em uma guerra comercial ou algo parecido."

A aparente hostilidade entre os dois presidentes seria algo como, na expressão em espanhol, "mucho ruido y pocas nueces", brinca o economista, citando o ditado que no Brasil equivale a "muito barulho por nada".

Assim esperam os setores exportadores brasileiros.

Haroldo Ferreira, presidente da Abicalçados, que representa a indústria calçadista, diz acreditar que a diplomacia vai resolver eventuais desentendimentos entre os chefes de Estado.

"A parte política é uma coisa, o mundo real é outra."

Mesmo com a retração da economia argentina, conta Ferreira, o país segue sendo o segundo principal comprador dos calçados brasileiros, absorvendo a produção de diferentes polos, do Rio Grande do Sul e São Paulo à Bahia e ao Ceará.

Assim, a principal expectativa do setor em relação ao novo governo, diz ele, é em relação à sua capacidade de reaquecer a economia argentina.

Ferreira, que trabalhou na Azaleia por 23 anos, lembra das barreiras à importação impostas por Cristina Kirchner - hoje vice de Alberto Fernández - quando ela esteve na presidência, entre 2007 e 2015.

No pior momento, os obstáculos colocados pelo governo argentino para a compra de produtos brasileiros, que precisavam de licenças especiais para entrar no país que às vezes demoravam meses para sair, impôs prejuízos de quase US$ 200 milhões ao setor.

"Mas é melhor lidar com barreiras alfandegárias e ter uma Argentina que compre nossos produtos do que o contrário", diz ele, referindo-se à situação do país nos últimos dois anos.

A chegada de Mauricio Macri ao poder, em 2015, foi um ponto de inflexão na orientação protecionista da política de comércio exterior. A crise econômica que se intensificou a partir de 2018, entretanto, corroeu o poder de compra dos argentinos e derrubou a demanda.

De janeiro a outubro, as exportações de calçados para o país recuaram 35,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O percentual é parecido com o observado pela indústria de máquinas e equipamentos. Entre janeiro e novembro, o recuo foi de 31,9%, para US$ 621,3 milhões, de acordo com os números da ABIMAQ, que representa o setor.

"Para nós, é extremamente importante que o Brasil busque o diálogo, não só com a Argentina, mas com qualquer mercado", diz Patrícia Gomes, diretora de mercado externo da entidade.

Segundo ela, o Brasil vende ao país um leque amplo de produtos, que vão de máquinas usadas no setor têxtil e do plástico, por exemplo, a maquinário agrícola. A Argentina é o segundo principal destino para as empresas associadas à ABIMAQ, atrás apenas dos EUA.

Bolsonaro e Alberto Fernández têm trocado provocações desde meados deste ano.

Quando a crise na Argentina apertou e a possibilidade de reeleição de Macri, que era dada praticamente como certa até 2018, foi colocada em dúvida, o presidente brasileiro chegou a dizer que um eventual retorno de Cristina Kirchner ao poder poderia transformar o país "em uma Venezuela".

Em julho, por sua vez, Alberto Fernández visitou o ex-presidente Lula na prisão em Curitiba e, em agosto, após a vitória de sua chapa nas primárias, ressaltou que o Brasil continuaria sendo o principal parceiro comercial do país, para depois emendar que Bolsonaro era "um elemento da conjuntura na vida do Brasil" e alguém "misógino, racista e violento".

Dias depois, o presidente brasileiro também causou polêmica ao dizer que avalizava as declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, que afirmara que, se o peronismo vencesse e Fernández impusesse restrições à abertura comercial do Mercosul, o Brasil poderia deixar o bloco.

No dia em que os argentinos foram às urnas, durante a apuração dos votos, Fernández postou no Twitter uma foto parabenizando Lula.

"Faz aniversário hoje o meu amigo Lula, um homem extraordinário que está preso injustamente", escreveu.

No mesmo dia, Bolsonaro afirmou que o Brasil pretendia ampliar o comércio com o vizinho, mesmo que o favoritismo da chapa de Fernández e Cristina se confirmasse.
No dia seguinte, após a confirmação, declarou que os argentinos haviam "escolhido mal" e disse que não parabenizaria o colega.

Finalmente, na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, visitou o presidente eleito em Buenos Aires e levou um recado de Bolsonaro, de que esperava que se construísse uma "boa relação" entre os dois governos.

"Se nos respeitamos, fica mais fácil conviver", disse Fernández. "Transmitam ao presidente Jair Bolsonaro meu respeito e apreço por trabalharmos juntos."

Fonte: BBC Brasil, Acesse Notícias, BOL, Tesouro Invest, UOL, Terra, R7, MSN Brasil

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05 - ABIMAQ projeta crescimento de até 5% no ano que vem


A indústria brasileira de máquinas e equipamentos projeta a continuidade do crescimento do setor em 2020, após fechar o acumulado até outubro com alta de 1,2% sobre o mesmo período de 2018 e receita de R$ 61,4 bilhões. Maria Cristina Zanella, gerente do departamento de competitividade, economia e estatística da ABIMAQ, Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, disse à Agência AutoData na segunda-feira, 9, que são três os cenários desenhados para o ano que vem.

“Um é mais otimista, com a receita do setor crescendo até 5%. No segundo, menos otimista, acreditamos em expansão em torno de 3,2%”.

O mais pessimista dos cenários seria um empate na comparação com 2019 mas, na sua opinião, isto não está no radar da associação: "O Brasil mostra sinais de que continuará crescendo em 2020".

João Carlos Marchesan, presidente da ABIMAQ, lembrou que com a taxa Selic baixa, a inflação dentro da meta projetada e uma agenda de reformas a ser cumprida, os indícios para o ano que vem são positivos: “Acreditamos que as reformas serão aprovadas, permitindo ao País alcançar níveis maiores de competitividade e produtividade. Caso tudo isso se torne realidade o cenário ficará muito mais favorável para o crescimento”.

Independente de quanto crescerá o setor em 2020 uma coisa é certa: o mercado interno será o responsável por puxar a expansão, com o maior investimento em infraestrutura. Zanella espera mais investimentos do setor privado, com o governo também investindo em infraestrutura, como já foi sinalizado em algumas conversas:

“Esse aporte do governo deverá chegar ao mercado mais para o fim de 2020, enquanto o setor privado fará investimentos maiores desde o começo. Em conversas com líderes do governo foi possível perceber que a intenção deles é investir em áreas nas quais os valores do setor privado não chegam”.

Com relação as exportações, que representaram cerca de 40% do total de máquinas produzidas no País, Zanella não espera grandes demandas dos principais parceiros comerciais. A expectativa é a de que a receita gerada pelas vendas externas fique no mesmo patamar de 2019, que registrou recuo de 6,3% até outubro.

Fonte: Auto Data

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Comércio Internacional

01 - Índice alemão ZEW de expectativas econômicas sobe a 10,7 em dezembro


O índice de expectativas econômicas da Alemanha subiu de -2,1 pontos em novembro para 10,7 pontos em dezembro, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo instituto alemão ZEW. O resultado veio bem acima da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam avanço do indicador a -0,1 ponto.

Já o índice das condições atuais medido pelo ZEW aumentou de -24,7 pontos em novembro para -19,9 pontos em dezembro. Neste caso, a projeção também era de ganho menor, a -22,3 pontos.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - IPC-S acelera nas 7 capitais pesquisadas na 1ª quadrissemana de dezembro, diz FGV


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou em todas as sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na primeira quadrissemana de dezembro. No período, o indicador cheio avançou 0,74%, de 0,49% registrados no fechamento de novembro.

Brasília teve o maior acréscimo nas taxas, passando de 0,80% para 1,25%. Em seguida, vem Salvador (0,15% para 0,55%) e Rio de Janeiro (0,19% para 0,58%). Também tiveram aceleração Belo Horizonte (0,42% para 0,56%), Recife (0,10% para 0,31%), Porto Alegre (0,37% para 0,47%) e São Paulo (0,93% para 1,13%).

Fonte: O Estado de São Paulo

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Setor

01 - Petróleo recua, com dúvidas sobre acordo da Opep e queda nas exportações da China


O petróleo fechou em queda nesta segunda-feira, com os investidores ainda digerindo os efeitos do acordo alcançado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados, grupo conhecido como Opep+, na reunião de sexta-feira. Também pesou nos contratos da commodity a queda nas exportações chinesas em novembro.

O petróleo WTI para janeiro recuou 0,30%, a US$ 59,02 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para fevereiro caiu 0,22%, a US$ 64,25 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).Na sexta-feira, a decisão da Opep+ de ampliar seu corte de produção em 500 mil barris por dia até março de 2020, para um total de 1,7 milhão de bpd, contribuiu para o apetite por risco. Ainda mais após a Arábia Saudita afirmar que fará cortes acima de sua cota, voluntariamente. Hoje, no entanto, investidores analisam se o acordo será suficiente para conter o excesso de oferta da commodity.

"Nós não esperamos que esses cortes equilibrem o mercado no primeiro trimestre de 2020. No entanto, os cortes levarão um superávit significativo a níveis menos assustadores", avaliam Warren Patterson e Wenyu Yao, analistas de commodities do ING. "O acordo deve durar até o final do primeiro trimestre, enquanto o quadro continua a apresentar um grande superávit em relação ao segundo trimestre", acrescentam.

Na opinião do analista de metais do Commerzbank Carsten Fritsch, também é preciso ver "se todos os países realmente implementarão os cortes acordados".
Já a balança comercial da China, divulgada no fim de semana e que mostrou queda de 1,1% das exportações no mês passado, trouxe preocupação sobre a desaceleração econômica global, o que poderia diminuir a demanda pela commodity energética. Dados da Administração Geral de Alfândegas chinesa, porém, mostram que o país asiático ampliou em 6,7% suas importações de petróleo bruto em novembro, na comparação anual, para 45,74 milhões de toneladas.

Fonte: O Estado de São Paulo

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01 - Petróleo recua, com dúvidas sobre acordo da Opep e queda nas exportações da China


O petróleo fechou em queda nesta segunda-feira, com os investidores ainda digerindo os efeitos do acordo alcançado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e aliados, grupo conhecido como Opep+, na reunião de sexta-feira. Também pesou nos contratos da commodity a queda nas exportações chinesas em novembro.

O petróleo WTI para janeiro recuou 0,30%, a US$ 59,02 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para fevereiro caiu 0,22%, a US$ 64,25 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).Na sexta-feira, a decisão da Opep+ de ampliar seu corte de produção em 500 mil barris por dia até março de 2020, para um total de 1,7 milhão de bpd, contribuiu para o apetite por risco. Ainda mais após a Arábia Saudita afirmar que fará cortes acima de sua cota, voluntariamente. Hoje, no entanto, investidores analisam se o acordo será suficiente para conter o excesso de oferta da commodity.

"Nós não esperamos que esses cortes equilibrem o mercado no primeiro trimestre de 2020. No entanto, os cortes levarão um superávit significativo a níveis menos assustadores", avaliam Warren Patterson e Wenyu Yao, analistas de commodities do ING. "O acordo deve durar até o final do primeiro trimestre, enquanto o quadro continua a apresentar um grande superávit em relação ao segundo trimestre", acrescentam.

Na opinião do analista de metais do Commerzbank Carsten Fritsch, também é preciso ver "se todos os países realmente implementarão os cortes acordados".
Já a balança comercial da China, divulgada no fim de semana e que mostrou queda de 1,1% das exportações no mês passado, trouxe preocupação sobre a desaceleração econômica global, o que poderia diminuir a demanda pela commodity energética. Dados da Administração Geral de Alfândegas chinesa, porém, mostram que o país asiático ampliou em 6,7% suas importações de petróleo bruto em novembro, na comparação anual, para 45,74 milhões de toneladas.

Fonte: O Estado de São Paulo

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